FAÇA E ACONTEÇA

Toda vez que recebo um elogio ou incentivo pelos meus textos do Orkut, me vem à mente aquela cena do nadador Thiago nos Jogos Panamericanos do Rio (ou foi  nas últimas Olimpíadas ?), com a sua mãe gritando nas arquibancadas: “Vai Thiago !”. É claro que o meu esforço nem se compara ao dele: primeiro, que não disputo nenhuma competição; e segundo, que a minha atuação está mais para a tranqüilidade de um artesão ao confeccionar um cesto de palha, do que a pressa do Thiago na piscina ou a do Felipe Massa na Fórmula 1.

 

Entre as manifestações de apoio dos orkutianos, hoje, uma me deixou comovido. Um amigo de uma comunidade, revelou-me que gostaria de fazer algo, concretamente, pelo meio ambiente. Foi um dos poucos que parece ter deixado a passividade de lado e demonstrou (pelo menos) vontade de participar (com seu esforço), de alguma coisa que ajudasse a natureza em seu calvário diário pelas agressões dos homens. Esse enfecho poético foi meu.

 

Há poucos dias, também, uma amiga que se diz favelada e mora na periferia de uma cidade no interior de São Paulo, disse-me que gostaria de fazer algo pela sua comunidade (não virtual, mas a real), tipo organizar uma cooperativa de catadores para a coleta seletiva de lixo, mas nem sabia por onde começar. Quando lhe passei umas dicas, ela ficou radiante e me agradeceu de coração.

 

Com esses dois fatos pitorescos, parei para pensar, ou melhor, para filosofar. Os nossos arquivos mentais já devem estar lotados de tantas fichas com soluções para as mazelas que os indivíduos impõem à natureza diariamente, seja com os seus resíduos como pela sua insensibilidade ecológica. O meu tópico (no Orkut)  “O ABC da Gestão Ambiental” deve ter contribuído um pouco para os seus arquivos, modéstia à parte. O que nos falta, pois, para agirmos ?

 

Aí entra o título deste post, tomado emprestado de uma campanha publicitária nos jornais e na TV incentivando o empreendedorismo: “Faça e Aconteça”, ou seja, “Vamos botar pra quebrar!” (no bom sentido). Por que não “botamos pra quebrar”, num mutirão cívico em prol da natureza ? Essa ação nada teria de “romântica” ou “Donquixotesca”, já que estaríamos com ela, apenas, preparando o terreno para nossos filhos e netos pisarem. E, de quebra, aliviando o nosso bolso, a parte mais sensível do corpo humano.

 

Neste ponto, outra lembrança me assola. No Globo Rural de domingo passado, na TV, eu soube que a água bebida pelos nova-iorquinos é excelente, mas não é tratada (como acontece na quase totalidade das cidades do mundo), mas “preservada” na zona rural, onde estão suas nascentes, graças ao pagamento por serviços ambientais – PSA, tema de um dos últimos blocos do meu ABC.

 

VOCÊ SABE O QUE QUER ?

 

O principal motivo que impede a maioria das pessoas de conseguir o que quer é não saber o que quer.

(“O segredo da mente milionária”, T.Harv, ed. Sextante, RJ, 2006)

 

À pág.93, o autor revela que nos cursos que promove, quase todos os participantes querem saber a mesma coisa: “O que fazer se as pessoas do meu convívio íntimo não estão interessadas no crescimento pessoal e até me criticam porque eu estou ?”. A resposta é a seguinte: primeiro, não perca tempo tentando mudar pessoas negativas. Não é sua obrigação. O seu dever é usar o que aprendeu para melhorar a si mesmo e a sua vida (o grifo é nosso). Seja o exemplo, seja bem-sucedido, seja feliz e, quem sabe, as pessoas vejam a luz (em você) e queiram um pouco dela para si próprias (foi isso que senti na mensagem do amigo de que lhe falei, aqui no Orkut). Repito (diz o autor), a energia é contagiosa. A escuridão se dissipa na luz. As pessoas têm que se esforçar para se manter “escuras” quando há luz à sua volta. A sua tarefa é apenas ser o melhor que puder (mais uma vez, grifei e negritei este ensinamento exemplar). Se lhe perguntarem o seu segredo, conte.

 

ALGUMAS DICAS PARA AGIR

 

Aproveito o “embalo” da leitura recente desse livro, para reproduzir as etapas que, segundo o autor, são necessárias para o indivíduo sair da inércia e partir para a ação.

1 – O condicionamento do seu SUBCONSCIENTE determina o seu pensamento.

2 – O seu PENSAMENTO determina as suas decisões.

3 – As suas DECISÕES determinam as suas ações.

4 – E finalmente, as suas AÇÕES determinam os seus resultados.

(Observe a sequência: pensamento – decisões – ações – resultados).

 

No lugar do subconsciente, eu colocaria duas coisas: PATRIOTISMO e CONHECIMENTO TÉCNICO; e substituiria pensamento por CONSCIENTIZAÇÃO. Pronto ! Aí está a receita para você, amigo, a partir do ABC (e dos arquivos mentais de que já dispunha antes dele), e PARTIR PARA A AÇÃO ! Mas não esqueça (mais uma tirada do autor do livro aí de cima):

Nada tem significado, exceto aquele que nós mesmos atribuímos às coisas.

 

Sem querer me “promover” de Ambientalista de Carteirinha a Guru de auto-ajuda, permita-me reproduzir um último parágrafo do livro “Os segredos da mente milionária”:

 

Se você tem um grande problema, isso quer dizer apenas que está sendo uma pessoa pequena. Não se deixe enganar pelas aparências. O seu mundo exterior é um simples reflexo do seu mundo interior. Caso queira fazer uma mudança permanente, redirecione o foco: do tamanho dos seus problemas para o tamanho da sua pessoa. (pág. 103)

 

PEGUE SUA ARMA E ATINJA A BOP

 

Calma! Não estou pregando uma revolução, pelo menos como você pode ter imaginado, lembrando talvez, de cenas do BOPE (com “e” no final) invadindo favelas, no filme “Tropa de Elite”. Sua ARMA é o conhecimento e “atingir a BOP” significa: chegar à base da pirâmide (Base of Pyramid = BOP, em inglês), ou à população mais pobre.

 

É onde a atenção está que a energia flui e o resultado aparece.

(ainda respingos filosóficos “daquele livro…”)

Comprovei esta máxima no meu “O ABC da Gestão Ambiental”. Embora muitos o achem prolixo e enfadonho (já fui criticado por isso, acredite), como taurino que sou (“cabeçudo”, em linguagem vulgar), não tenho dado trela para as críticas e dou o melhor que posso. Agora que estou nas letras finais do abecedário ambiental, o resultado do meu esforço começa a aparecer e mais pessoas se solidarizam comigo e “querem fazer algo, também, pelo meio ambiente”. Veja mais um “adepto” ou SEGUIDOR, na minha página de recados do dia 23/10/08.

 

As pessoas ricas aprendem e se aprimoram o tempo todo. As pessoas de mentalidade pobre acreditam que já sabem tudo.

Dito de outra forma: se você não estiver aprendendo continuamente, será deixado para trás. E para terminar: conhecimento é poder. E poder é capacidade de agir.

Como você sabe que sabe alguma coisa ? É simples. Se você a vivencia, você sabe sobre ela. Do contrário, ouviu falar, leu sobre ou comentou a respeito, mas não sabe (pág. 164 do…você sabe).

Como ex-Professor universitário, “estou careca de saber disso”. Depois de expor uma lição aos meus alunos, perguntava: “entenderam ?”. A resposta era SIM. Aí eu chegava perto de um e dizia: “então me mostre como se faz”.

 

A marca da verdadeira riqueza é determinada por quanto a pessoa é capaz de dar.

Essa é fácil de entender e é superada, de longe, pela famosa oração de São Francisco: é dando que se recebe. Qualquer Professor sabe disso: sempre aprende com seus alunos.

 

Quando incito os amigos do Orkut a agirem, muitos dizem que não sabem “o suficiente”. Aqui com os meus botões, acho que é uma baita falta de patriotismo. O POUCO que você sabe, já seria MUITO para quem NADA sabe. Depois que li, décadas atrás, que um Engenheiro Agrônomo de Minas ganhou um prêmio nacional ao bolar um clorador portátil com garrafa de água sanitária com areia e cloro, e que acabou com a disenteria de uma cidadezinha inteira que bebia água de poço, é que me dei conta do alcance de uma informação técnica e sua difusão. Ele “deu” sua idéia e “recebeu” um prêmio nacional.

 

OBJETIVO DESTE TÓPICO

 

Mas vamos deixar de bla-bla-blá e dizer logo o que espero deste tópico. Nunca insisti em pedir a colaboração dos amigos nos tópicos que escrevo mas, neste, ela é fundamental. Espero discutir alternativas tecnológicas simples e de grande alcance (lembre-se do clorador-portátil-para-poço).

 

Vou dar um exemplo. O Globo de quinta-feira, 23/10/08, à pág. 14, publica uma reportagem de página inteira de Túlio Brandão sob o título Valões Oficiais. Trata-se de uma modalidade de estação de tratamento de esgoto – ETE chamada de “ETE com captação de tempo seco” (pois não funciona durante as chuvas) e “Estações de tratamento de rio” (todo o volume do rio é tratado através de um sistema de flutuação), a serem implantadas em áreas carentes do Rio de Janeiro. A justificativa é que, nas favelas é caro e difícil fazer as ligações domiciliares convencionais (rede de esgotos), que levam os efluentes até a ETE. É bom que se diga (e o jornal deixa isso bem claro num sub-título): Especialistas criticam as tecnologias. Bem, agora que você tem uma pálida idéia do que se trata (eu também), voltemos à “vaca fria”.

 

Quando ainda lecionava na UFRRJ, visitei à convite, a experiência piloto de um Professor de origem alemã da UFF, numa favela de Niterói-RJ. Junto com seus alunos, ele preparou uma casa para efeito-demonstração: captava água da chuva para consumo, no telhado e implantou uma fossa (criada na Alemanha e feita em fibra de vidro, mas relativamente barata) que fazia simplesmente o seguinte: além das fezes, reunia o lixo da residência e, como era inclinada e a casa estava numa encosta, abaixo do piso saía “adubo”, ou seja, composto orgânico. Em resumo: com uma simples calha+tambor+fossa, resolvia os principais problemas sanitários de uma residência: água, esgoto e lixo e, de lucro, DAVA o adubo e RETIRAVA a água que, se não fosse captada, desceria o morro para erodir a favela. Lembre-se de que 29% da população brasileira vive em favelas.

 

Não estou insinuando que a Caixa Econômica e a Petrobrás (com a dinheirama do PAC e do Pré-sal) financiassem uma fábrica de fossa-adubo (se bem que seria uma boa!) mas, no caso da ÁGUA, p.ex., se os moradores das favelas e os da BOP captassem água da chuva, as colocasse em garrafas PET com 2 a 4 gotinhas de água sanitária (as de 1 litro teriam 2 e as de 2 e 2,5 litros, 4 gotinhas) e, depois, ou invés disso (puro preconceito contra a água sanitária, imagino), as colocassem sob o sol direto durante 4 a 6 horas (isso foi comprovado cientificamente), resolveriam, em grande parte, o problema da água para beber.

 

Mas como PASSAR ESSA INFORMAÇÃO ? Aí está a verdadeira motivação deste tópico. Façamos um brainstorming (revolução ou tempestade mental, em tradução literal), aqui na comunidade virtual, para que possamos atingir a comunidade real. Eu “atiro a primeira pedra”: por comodismo e idade avançada, prefiro ficar aqui no Google procurando por “Associação de moradores de favela”, para “vender” ali a idéia, ou idéias. Aliás, já encaminhei mensagem à CUFA mas, até agora, não obtive resposta. Se quiserem tentar contato com um DEPUTADO, é só escolher no endereço aí de baixo. O que acham ? Qual a SUA sugestão ?

 

P.S.

Veja uma notícia que li hoje na Internet sobre a P´ETE (ou seja, a garrafa PET que é uma Estação de Tratamento de Água, ou ETE):

http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=41500

Tratamento de esgoto não convencional (de riachos):

http://www2.sirkis.com.br/noticia.kmf?noticia=5533610&canal=260&total=53&indice=30

Central Única de Favelas – CUFA:

http://www.cufa.org.br/

Câmara dos Deputados:

http://www.camara.gov.br/Internet/Deputado/DepNovos_Lista.asp

 

PENSAR PARA AGIR

 

Para o filósofo grego Sócrates (470-399 a.C.),

Quem sabe o que é bom acaba fazendo o bem.

(“O Mundo de Sofia”, J. Gaarder, 37 ed., Cia.Das Letras, São Paulo, 1999, pág.84)

 

Trocando em miúdos, Sócrates acreditava que o conhecimento do que é CERTO, leva ao agir CORRETO. E só quem faz o que é certo – assim dizia ele – pode se transformar num homem de verdade. Tudo o que tenho postado aqui, julgo ser de importância para os indivíduos que se preocupam com o meio ambiente e, portanto, acho certo. Acontece que, como as pessoas não gostam de “se expor” opinando nos posts que escrevo (aqui e no Orkut), fico sem saber se eu atingi o meu objetivo de conscientização. Agora, parei pra pensar, uma forma de me tornar mais efetivo na minha comunicação. Também mudarei meu FOCO: de VOCÊ para a COMUNIDADE.

 

A grande diferença entre um professor e um verdadeiro filósofo é que o professor pensa que sabe um monte de coisas e tenta enfiar essas coisas na cabeça de seus alunos. Um filósofo, ao contrário, tenta ir ao fundo das coisas dialogando com seus alunos.

Quero dar esse passo qualitativo (que presunçoso eu sou, hein!), saltando do meu ABC para FAÇA E ACONTEÇA, e discutindo idéias com você.

 

Para Sócrates, todas as pessoas são capazes de entender as verdades filosóficas, bastando para isto que usem a sua razão. O filósofo tenta entender algo que é eterno e imutável. Em resumo: não podemos ter senão opiniões incertas sobre tudo que sentimos ou percebemos sensorialmente. Mas podemos chegar a um conhecimento seguro sobre aquilo que reconhecemos com nossa RAZÃO. A nossa razão (ou será nossa consciência ?) nos diz que o pouco que já sabemos sobre meio ambiente, faria uma enorme diferença numa comunidade carente (da nossa própria cidade), por exemplo. Por mais insensível que você seja, eu não acredito que não se sentisse realizado ao informar para um favelado que a água contaminada que ele bebe, transmite doenças mortais e que o simples fato de colocá-la numa garrafa PET, ao sol por 6 horas, opera um milagre semelhante ao que fez Jesus transformando a água em vinho !

 

Mais um Filósofo Grego (Aristóteles)

O homem só é feliz se puder desenvolver e utilizar todas as suas capacidades e possibilidades., tais como:

a)     as suas satisfações;

b)     responsabilidades; e

c)      o dom de “filosofar”.

Ele também dizia que não devemos ser nem covardes, nem audaciosos, mas corajosos. (Coragem de menos significa COVARDIA e coragem demais significa AUDÁCIA). Também não devemos ser nem avarentos, nem extravagantes, mas generosos. (Generosidade de menos é AVAREZA e generosidade demais é EXTRAVAGÂNCIA). Pág. 131, você sabe…

 

Aplico este ensinamento aristotélico com a variedade de temas ambientais do meu ABC e de outros tópicos (que a turma nem imagina que já escrevi, por terem “afundado” nas comunidades) ambientais e, pode crer, me sinto feliz em poder ajudar. Faça, você também, a sua parte. Tenho certeza que vai se sentir muito bem consigo mesmo. Esse gesto, antes de ser “corajoso” ou “generoso” (termos usados por Aristóteles), ao meu ver é PATRIÓTICO. Ou você nem dá a mínima para que, como diz o nosso Hino, continuemos “dormindo eternamente em berço esplêndido” ?

 

É preciso também enfatizar que TER uma consciência e USAR esta consciência, são duas coisas diferentes. Razão e consciência poder ser comparadas a um músculo. Quando um músculo não é exercitado ele vai ficando cada vez mais fraco e indolente. Conclamo pois VOCÊ, meu caro amigo a exercer a sua cidadania, dando um pouco do seu esforço e/ou do seu conhecimento, para os mais necessitados.

 

 Os conhecimentos nos dão meios para viver. A sabedoria nos dá razões para viver. Ama a educação como fonte de esperança e transformação. Ama as crianças e os filósofos – ambos têm algo em comum: fazem perguntas.

Rubem Alves (Mestre em Teologia, Doutor em Filosofia, Psicanalista e Professor Emérito da UNICAMP).

 

PALAVRAS FINAIS

Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.

 

Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso “porque não estamos acostumados com isso” e não dizemos  que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.

 

Beth Norling (copiado da rede)

 

Faça a SUA parte, amigão !

 

 

4 Respostas

  1. «Nada é permanente neste mundo cruel. Nem mesmo os nossos problemas.»

    Visite e participe no fórum «Cais112» onde pode falar de tudo que esteja relacionado com saúde, desemprego, sociedade, desabafos, etc.

    Para que possa encontrar ajuda e ajudar o próximo com as sua experiências.

    Visite-nos e faça do «Cais112» um cais de interajuda para quem mais precisa!

    http://www.cais112.com

  2. Olá,

    Estou entrando em contato contigo para te convidar para um encontro sobre sustentabilidade que vai acontecer em São Paulo nos dias 20 e 21 de novembro. É o Global Forum América Latina, um encontro de inovação criativa para estimular a cooperação entre universidades, empresas, poder público e sociedade, em prol da construção de um mundo sustentável.

    Serão dois dias de trabalho na Fecomércio, onde cerca de 500 pessoas discutirão propostas e soluções inovadoras que promovam transformações econômicas e socioambientais positivas.

    O evento tem uma taxa de inscrição de R$ 120,00 para professores e R$ 60,00 para alunos, mas para blogueiros e ativistas de sustentabilidade na internet temos uma cota de convites especiais, sem custo algum.

    Neste encontro, os sistemas de ensino superior, especialmente as escolas de administração de empresas e cursos correlatos, serão inspirados a levar essa reflexão para dentro de seus cursos, a fim de proporcionar capacitação em desenvolvimento sustentável.

    Achei que este assunto te interessa então tomo a libersade de enviar este material.

    Se quiser mais informações visite nosso site: http://www.globalforum.com.br
    Se quiser aceitar nosso convite, responda esta mensagem em sp@globalforum.com.br com o assunto: CONVIDADOS DA INTERNET

    Atenciosamente,
    Ligia Giatti

  3. Olá Ligia!
    Fico honrado com o convite e a deferência. A contece que, justamente nesse período, tenho compromissos inadiáveis aqui no Rio de Janeiro e, portanto, não poderei estar ausente da cidade. Entretanto, se você quiser colocar-me a par do que aconteceu neste evento, ficarei imensamente agradecido.
    Abraço
    J.Luiz

  4. Olá José Viana.
    Por favor, preciso de um contato com vocês.
    Pode ser e-mail.
    Obrigada!

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