Cientistas responsabilizam celular por desaparecimento de abelhas

O desaparecimento de abelhas que alarmou a Europa e a América do Norte está sendo creditado, por alguns cientistas, ao crescimento do uso dos celulares, segundo o site do jornal britânico “Daily Telegraph”.

De acordo com o site, a Grã Bretanha teve uma queda de 15% na sua população de abelhas nos últimos dois anos.

Divulgação

Desaparecimento de abelhas está sendo creditado, por alguns cientistas, ao crescimento do uso dos celulares

Pesquisadores da Universidade Punjab dizem que a radiação dos telefones celulares é um fator chave no desaparecimento e alegam que isso está envolvendo nos sentidos de navegação das abelhas.

Segundo o “Daily Telegraph”, os cientistas fizeram um experimento durante três meses e compararam a situação das abelhas que estavam coexistindo com os celulares com as que não estavam.

As que estavam no ambiente com radiação de celular tiveram uma queda dramática no tamanho de sua colmeia e redução do número de ovos postos pela abelha rainha.

As abelhas também pararam de produzir mel.

Fonte: Folha de São Paulo

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Tudo o que você precisa saber sobre aquecimento global e a reunião do clima em Copenhague – O Globo Online

Tudo o que você precisa saber sobre aquecimento global e a reunião do clima em Copenhague – O Globo Online.

Extraído do Globo On Line, para esclarecimento dos navegantes.

Em 2009 adote uma Área Verde!


Primeiro de janeiro é o dia de começar a cumprir as resoluções de fim de ano. A maioria das promessas costuma ser de caráter pessoal (fazer mais exercício, parar de fumar, alimentar-se melhor, etc…), mas há boas ações que podem ajudar também toda a cidade. A reportagem de capa do GLOBO-Barra desta quinta-feira (aqui, para assinantes) mostra pessoas que em 2008 deram um bom exemplo: a adoção de áreas verdes da cidade, através da participação de um programa da Fundação Parques e Jardins (FPJ)

A Fundação Parques e Jardins do Rio de Janeiro, criou o programa Adote uma Área Verde, com o objetivo de estabelecer parcerias com empresas, associações de moradores e demais seguimentos da sociedade, para que Praças Públicas, Jardins e áreas verdes em nossa cidade sejam cuidadas e preservadas, já que reconhece que não é possível manter todas as áreas existentes com os recursos de que dispõe.

Esta parceria gera benefícios imediatos para todos:

– o adotante tem sua marca associada à projetos de marketing urbanístico, ecológico, cultural e de responsabilidade social;

– as comunidades locais são valorizadas pela proximidade às áreas de lazer bem cuidadas e agradáveis;

– e o setor público passa a dispor de mais recursos para investimento em áreas mais carentes da Cidade.

O adotante de uma área verde (que pode ser uma simples árvore, um canteiro, uma praça ou um trecho de parque municipal) fica responsável por cuidar daquela área, fazendo a manutenção, e avisando à Fundação Parques e Jardins sobre quaisquer danos mais graves. A FPJ reconhece que a Prefeitura não tem recursos para cuidar de todas as áreas verdes do Rio, e que a participação da população, através desse programa, é sempre bem-vinda.

Para quem quiser seguir o exemplo, o processo não tem grandes burocracias. Qualquer cidadão pode adotar uma árvore ou praça próxima à sua casa. Para isso, basta comparecer à sede Fundação Parques e Jardins (dentro do Campo de Santana, no Centro) com identidade, CPF, e uma carta manifestando o desejo de adoção de determinada área. Técnicos da FPJ farão uma vistoria para avaliar quais as condições daquela área, e será assinado um contrato entre o adotante e a prefeittura. Assim que o contrato é publicado no Diário Oficial, o cidadão passa a ser responsável pela área.

O endereço da Fundação Parques e Jardins é:

Praça da República s/nº – Campo de Santana
Centro – Rio de Janeiro – RJ
Cep.: 20211-360 – Tel: 2323-3500

Vários condomínios adotaram canteiros e praças, na Barra, além de empresas que vêm adotando esta excelente idéia. Pessoas físicas também já tomaram esta atitude que faz bem a quem adota e à cidade.
A curto prazo, estas parcerias são interessantes para quem adota e a médio e longo prazo poderemos contar com mais ruas arborizadas, diminuindo a temperatura do bairro em que você mora.

Agora, dê uma boa olhada em sua rua e, se ela é arborizada ou numa Praça pertinho da sua casa e veja quantas árvores estão precisando de cuidados imediatos. Não basta plantar, tem que cuidar da árvore que é um ser vivo e, como tal, necessita de alimentação e cuidados, está sujeita à fungos e doenças que a fazem apodrecer e cair com a primeira chuva mais forte. Que tal juntar-se aos vizinhos e separar algum tempo para cuidar de uma área verde em seu bairro ? Você cuida do Planeta, faz amigos e ganha um lugar mais bonito para viver. A Natureza, e os seus filhos e netos, é claro, agradecem, afinal, além de ajudar o Planeta a se recuperar, você estará ajudando nossa cidade a voltar a ser Maravilhosa! 

 

tijuca

Rua Dona Delfina, na Tijuca - Rio de Janeiro

 

Ajuda para Santa Catarina

Tragédia em Santa Catarina

Tragédia em Santa Catarina

 

Acredito que seja do conhecimento de todos, a situação de catástrofe que se abateu sobre Santa Catarina nos dois últimos meses. A Cidade está literalmente debaixo d’água, contando dezenas de mortos (que podem chegar a centenas) e milhares de desabrigados. Tragédia igual não ocorria desde 1980, quando mais de duzentas mil pessoas ficaram desabrigadas. 
Dessa vez não vou levantar um tópico para discutir os motivos climáticos que desencadearam a tragédia, nem culpar governos ou população. 
O que me traz aqui é a possibilidade de divulgar um canal para ajudar aqueles que estão passando por momentos de desolação. 

A Defesa Civil de Santa Catarina abriu duas contas bancárias para receber depósitos para ajudar as pessoas atingidas pelas fortes chuvas que caíram no Estado. Os interessados em contribuir podem depositar qualquer quantia nas contas do órgão no Banco do Brasil ou Besc. Nesta terça, uma conta foi aberta pelo Banco Bradesco para arrecadar fundos para as vítimas das chuvas no Estado. Todo dinheiro arrecado será utilizado para compra de mantimentos para os desalojados, de acordo com a Defesa Civil de Santa Catarina e com o banco.

Quem quiser fazer doações pode depositar a quantia desejada nas contas do Banco do Brasil (agência 3582-3, na conta corrente 80.000-7) e do Besc (agência 068-0, na conta corrente 80.000-0). Os depósitos devem ser feitos para o Fundo Estadual da Defesa Civil, CNPJ – 04.426.883/0001-57. Na conta do Bradesco, o depósito deve ser feito na agência 348-4, conta corrente 160.000-1, também em nome do Fundo Estadual da Defesa Civil.

Vamos ajudar?

FAÇA E ACONTEÇA

Toda vez que recebo um elogio ou incentivo pelos meus textos do Orkut, me vem à mente aquela cena do nadador Thiago nos Jogos Panamericanos do Rio (ou foi  nas últimas Olimpíadas ?), com a sua mãe gritando nas arquibancadas: “Vai Thiago !”. É claro que o meu esforço nem se compara ao dele: primeiro, que não disputo nenhuma competição; e segundo, que a minha atuação está mais para a tranqüilidade de um artesão ao confeccionar um cesto de palha, do que a pressa do Thiago na piscina ou a do Felipe Massa na Fórmula 1.

 

Entre as manifestações de apoio dos orkutianos, hoje, uma me deixou comovido. Um amigo de uma comunidade, revelou-me que gostaria de fazer algo, concretamente, pelo meio ambiente. Foi um dos poucos que parece ter deixado a passividade de lado e demonstrou (pelo menos) vontade de participar (com seu esforço), de alguma coisa que ajudasse a natureza em seu calvário diário pelas agressões dos homens. Esse enfecho poético foi meu.

 

Há poucos dias, também, uma amiga que se diz favelada e mora na periferia de uma cidade no interior de São Paulo, disse-me que gostaria de fazer algo pela sua comunidade (não virtual, mas a real), tipo organizar uma cooperativa de catadores para a coleta seletiva de lixo, mas nem sabia por onde começar. Quando lhe passei umas dicas, ela ficou radiante e me agradeceu de coração.

 

Com esses dois fatos pitorescos, parei para pensar, ou melhor, para filosofar. Os nossos arquivos mentais já devem estar lotados de tantas fichas com soluções para as mazelas que os indivíduos impõem à natureza diariamente, seja com os seus resíduos como pela sua insensibilidade ecológica. O meu tópico (no Orkut)  “O ABC da Gestão Ambiental” deve ter contribuído um pouco para os seus arquivos, modéstia à parte. O que nos falta, pois, para agirmos ?

 

Aí entra o título deste post, tomado emprestado de uma campanha publicitária nos jornais e na TV incentivando o empreendedorismo: “Faça e Aconteça”, ou seja, “Vamos botar pra quebrar!” (no bom sentido). Por que não “botamos pra quebrar”, num mutirão cívico em prol da natureza ? Essa ação nada teria de “romântica” ou “Donquixotesca”, já que estaríamos com ela, apenas, preparando o terreno para nossos filhos e netos pisarem. E, de quebra, aliviando o nosso bolso, a parte mais sensível do corpo humano.

 

Neste ponto, outra lembrança me assola. No Globo Rural de domingo passado, na TV, eu soube que a água bebida pelos nova-iorquinos é excelente, mas não é tratada (como acontece na quase totalidade das cidades do mundo), mas “preservada” na zona rural, onde estão suas nascentes, graças ao pagamento por serviços ambientais – PSA, tema de um dos últimos blocos do meu ABC.

 

VOCÊ SABE O QUE QUER ?

 

O principal motivo que impede a maioria das pessoas de conseguir o que quer é não saber o que quer.

(“O segredo da mente milionária”, T.Harv, ed. Sextante, RJ, 2006)

 

À pág.93, o autor revela que nos cursos que promove, quase todos os participantes querem saber a mesma coisa: “O que fazer se as pessoas do meu convívio íntimo não estão interessadas no crescimento pessoal e até me criticam porque eu estou ?”. A resposta é a seguinte: primeiro, não perca tempo tentando mudar pessoas negativas. Não é sua obrigação. O seu dever é usar o que aprendeu para melhorar a si mesmo e a sua vida (o grifo é nosso). Seja o exemplo, seja bem-sucedido, seja feliz e, quem sabe, as pessoas vejam a luz (em você) e queiram um pouco dela para si próprias (foi isso que senti na mensagem do amigo de que lhe falei, aqui no Orkut). Repito (diz o autor), a energia é contagiosa. A escuridão se dissipa na luz. As pessoas têm que se esforçar para se manter “escuras” quando há luz à sua volta. A sua tarefa é apenas ser o melhor que puder (mais uma vez, grifei e negritei este ensinamento exemplar). Se lhe perguntarem o seu segredo, conte.

 

ALGUMAS DICAS PARA AGIR

 

Aproveito o “embalo” da leitura recente desse livro, para reproduzir as etapas que, segundo o autor, são necessárias para o indivíduo sair da inércia e partir para a ação.

1 – O condicionamento do seu SUBCONSCIENTE determina o seu pensamento.

2 – O seu PENSAMENTO determina as suas decisões.

3 – As suas DECISÕES determinam as suas ações.

4 – E finalmente, as suas AÇÕES determinam os seus resultados.

(Observe a sequência: pensamento – decisões – ações – resultados).

 

No lugar do subconsciente, eu colocaria duas coisas: PATRIOTISMO e CONHECIMENTO TÉCNICO; e substituiria pensamento por CONSCIENTIZAÇÃO. Pronto ! Aí está a receita para você, amigo, a partir do ABC (e dos arquivos mentais de que já dispunha antes dele), e PARTIR PARA A AÇÃO ! Mas não esqueça (mais uma tirada do autor do livro aí de cima):

Nada tem significado, exceto aquele que nós mesmos atribuímos às coisas.

 

Sem querer me “promover” de Ambientalista de Carteirinha a Guru de auto-ajuda, permita-me reproduzir um último parágrafo do livro “Os segredos da mente milionária”:

 

Se você tem um grande problema, isso quer dizer apenas que está sendo uma pessoa pequena. Não se deixe enganar pelas aparências. O seu mundo exterior é um simples reflexo do seu mundo interior. Caso queira fazer uma mudança permanente, redirecione o foco: do tamanho dos seus problemas para o tamanho da sua pessoa. (pág. 103)

 

PEGUE SUA ARMA E ATINJA A BOP

 

Calma! Não estou pregando uma revolução, pelo menos como você pode ter imaginado, lembrando talvez, de cenas do BOPE (com “e” no final) invadindo favelas, no filme “Tropa de Elite”. Sua ARMA é o conhecimento e “atingir a BOP” significa: chegar à base da pirâmide (Base of Pyramid = BOP, em inglês), ou à população mais pobre.

 

É onde a atenção está que a energia flui e o resultado aparece.

(ainda respingos filosóficos “daquele livro…”)

Comprovei esta máxima no meu “O ABC da Gestão Ambiental”. Embora muitos o achem prolixo e enfadonho (já fui criticado por isso, acredite), como taurino que sou (“cabeçudo”, em linguagem vulgar), não tenho dado trela para as críticas e dou o melhor que posso. Agora que estou nas letras finais do abecedário ambiental, o resultado do meu esforço começa a aparecer e mais pessoas se solidarizam comigo e “querem fazer algo, também, pelo meio ambiente”. Veja mais um “adepto” ou SEGUIDOR, na minha página de recados do dia 23/10/08.

 

As pessoas ricas aprendem e se aprimoram o tempo todo. As pessoas de mentalidade pobre acreditam que já sabem tudo.

Dito de outra forma: se você não estiver aprendendo continuamente, será deixado para trás. E para terminar: conhecimento é poder. E poder é capacidade de agir.

Como você sabe que sabe alguma coisa ? É simples. Se você a vivencia, você sabe sobre ela. Do contrário, ouviu falar, leu sobre ou comentou a respeito, mas não sabe (pág. 164 do…você sabe).

Como ex-Professor universitário, “estou careca de saber disso”. Depois de expor uma lição aos meus alunos, perguntava: “entenderam ?”. A resposta era SIM. Aí eu chegava perto de um e dizia: “então me mostre como se faz”.

 

A marca da verdadeira riqueza é determinada por quanto a pessoa é capaz de dar.

Essa é fácil de entender e é superada, de longe, pela famosa oração de São Francisco: é dando que se recebe. Qualquer Professor sabe disso: sempre aprende com seus alunos.

 

Quando incito os amigos do Orkut a agirem, muitos dizem que não sabem “o suficiente”. Aqui com os meus botões, acho que é uma baita falta de patriotismo. O POUCO que você sabe, já seria MUITO para quem NADA sabe. Depois que li, décadas atrás, que um Engenheiro Agrônomo de Minas ganhou um prêmio nacional ao bolar um clorador portátil com garrafa de água sanitária com areia e cloro, e que acabou com a disenteria de uma cidadezinha inteira que bebia água de poço, é que me dei conta do alcance de uma informação técnica e sua difusão. Ele “deu” sua idéia e “recebeu” um prêmio nacional.

 

OBJETIVO DESTE TÓPICO

 

Mas vamos deixar de bla-bla-blá e dizer logo o que espero deste tópico. Nunca insisti em pedir a colaboração dos amigos nos tópicos que escrevo mas, neste, ela é fundamental. Espero discutir alternativas tecnológicas simples e de grande alcance (lembre-se do clorador-portátil-para-poço).

 

Vou dar um exemplo. O Globo de quinta-feira, 23/10/08, à pág. 14, publica uma reportagem de página inteira de Túlio Brandão sob o título Valões Oficiais. Trata-se de uma modalidade de estação de tratamento de esgoto – ETE chamada de “ETE com captação de tempo seco” (pois não funciona durante as chuvas) e “Estações de tratamento de rio” (todo o volume do rio é tratado através de um sistema de flutuação), a serem implantadas em áreas carentes do Rio de Janeiro. A justificativa é que, nas favelas é caro e difícil fazer as ligações domiciliares convencionais (rede de esgotos), que levam os efluentes até a ETE. É bom que se diga (e o jornal deixa isso bem claro num sub-título): Especialistas criticam as tecnologias. Bem, agora que você tem uma pálida idéia do que se trata (eu também), voltemos à “vaca fria”.

 

Quando ainda lecionava na UFRRJ, visitei à convite, a experiência piloto de um Professor de origem alemã da UFF, numa favela de Niterói-RJ. Junto com seus alunos, ele preparou uma casa para efeito-demonstração: captava água da chuva para consumo, no telhado e implantou uma fossa (criada na Alemanha e feita em fibra de vidro, mas relativamente barata) que fazia simplesmente o seguinte: além das fezes, reunia o lixo da residência e, como era inclinada e a casa estava numa encosta, abaixo do piso saía “adubo”, ou seja, composto orgânico. Em resumo: com uma simples calha+tambor+fossa, resolvia os principais problemas sanitários de uma residência: água, esgoto e lixo e, de lucro, DAVA o adubo e RETIRAVA a água que, se não fosse captada, desceria o morro para erodir a favela. Lembre-se de que 29% da população brasileira vive em favelas.

 

Não estou insinuando que a Caixa Econômica e a Petrobrás (com a dinheirama do PAC e do Pré-sal) financiassem uma fábrica de fossa-adubo (se bem que seria uma boa!) mas, no caso da ÁGUA, p.ex., se os moradores das favelas e os da BOP captassem água da chuva, as colocasse em garrafas PET com 2 a 4 gotinhas de água sanitária (as de 1 litro teriam 2 e as de 2 e 2,5 litros, 4 gotinhas) e, depois, ou invés disso (puro preconceito contra a água sanitária, imagino), as colocassem sob o sol direto durante 4 a 6 horas (isso foi comprovado cientificamente), resolveriam, em grande parte, o problema da água para beber.

 

Mas como PASSAR ESSA INFORMAÇÃO ? Aí está a verdadeira motivação deste tópico. Façamos um brainstorming (revolução ou tempestade mental, em tradução literal), aqui na comunidade virtual, para que possamos atingir a comunidade real. Eu “atiro a primeira pedra”: por comodismo e idade avançada, prefiro ficar aqui no Google procurando por “Associação de moradores de favela”, para “vender” ali a idéia, ou idéias. Aliás, já encaminhei mensagem à CUFA mas, até agora, não obtive resposta. Se quiserem tentar contato com um DEPUTADO, é só escolher no endereço aí de baixo. O que acham ? Qual a SUA sugestão ?

 

P.S.

Veja uma notícia que li hoje na Internet sobre a P´ETE (ou seja, a garrafa PET que é uma Estação de Tratamento de Água, ou ETE):

http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=41500

Tratamento de esgoto não convencional (de riachos):

http://www2.sirkis.com.br/noticia.kmf?noticia=5533610&canal=260&total=53&indice=30

Central Única de Favelas – CUFA:

http://www.cufa.org.br/

Câmara dos Deputados:

http://www.camara.gov.br/Internet/Deputado/DepNovos_Lista.asp

 

PENSAR PARA AGIR

 

Para o filósofo grego Sócrates (470-399 a.C.),

Quem sabe o que é bom acaba fazendo o bem.

(“O Mundo de Sofia”, J. Gaarder, 37 ed., Cia.Das Letras, São Paulo, 1999, pág.84)

 

Trocando em miúdos, Sócrates acreditava que o conhecimento do que é CERTO, leva ao agir CORRETO. E só quem faz o que é certo – assim dizia ele – pode se transformar num homem de verdade. Tudo o que tenho postado aqui, julgo ser de importância para os indivíduos que se preocupam com o meio ambiente e, portanto, acho certo. Acontece que, como as pessoas não gostam de “se expor” opinando nos posts que escrevo (aqui e no Orkut), fico sem saber se eu atingi o meu objetivo de conscientização. Agora, parei pra pensar, uma forma de me tornar mais efetivo na minha comunicação. Também mudarei meu FOCO: de VOCÊ para a COMUNIDADE.

 

A grande diferença entre um professor e um verdadeiro filósofo é que o professor pensa que sabe um monte de coisas e tenta enfiar essas coisas na cabeça de seus alunos. Um filósofo, ao contrário, tenta ir ao fundo das coisas dialogando com seus alunos.

Quero dar esse passo qualitativo (que presunçoso eu sou, hein!), saltando do meu ABC para FAÇA E ACONTEÇA, e discutindo idéias com você.

 

Para Sócrates, todas as pessoas são capazes de entender as verdades filosóficas, bastando para isto que usem a sua razão. O filósofo tenta entender algo que é eterno e imutável. Em resumo: não podemos ter senão opiniões incertas sobre tudo que sentimos ou percebemos sensorialmente. Mas podemos chegar a um conhecimento seguro sobre aquilo que reconhecemos com nossa RAZÃO. A nossa razão (ou será nossa consciência ?) nos diz que o pouco que já sabemos sobre meio ambiente, faria uma enorme diferença numa comunidade carente (da nossa própria cidade), por exemplo. Por mais insensível que você seja, eu não acredito que não se sentisse realizado ao informar para um favelado que a água contaminada que ele bebe, transmite doenças mortais e que o simples fato de colocá-la numa garrafa PET, ao sol por 6 horas, opera um milagre semelhante ao que fez Jesus transformando a água em vinho !

 

Mais um Filósofo Grego (Aristóteles)

O homem só é feliz se puder desenvolver e utilizar todas as suas capacidades e possibilidades., tais como:

a)     as suas satisfações;

b)     responsabilidades; e

c)      o dom de “filosofar”.

Ele também dizia que não devemos ser nem covardes, nem audaciosos, mas corajosos. (Coragem de menos significa COVARDIA e coragem demais significa AUDÁCIA). Também não devemos ser nem avarentos, nem extravagantes, mas generosos. (Generosidade de menos é AVAREZA e generosidade demais é EXTRAVAGÂNCIA). Pág. 131, você sabe…

 

Aplico este ensinamento aristotélico com a variedade de temas ambientais do meu ABC e de outros tópicos (que a turma nem imagina que já escrevi, por terem “afundado” nas comunidades) ambientais e, pode crer, me sinto feliz em poder ajudar. Faça, você também, a sua parte. Tenho certeza que vai se sentir muito bem consigo mesmo. Esse gesto, antes de ser “corajoso” ou “generoso” (termos usados por Aristóteles), ao meu ver é PATRIÓTICO. Ou você nem dá a mínima para que, como diz o nosso Hino, continuemos “dormindo eternamente em berço esplêndido” ?

 

É preciso também enfatizar que TER uma consciência e USAR esta consciência, são duas coisas diferentes. Razão e consciência poder ser comparadas a um músculo. Quando um músculo não é exercitado ele vai ficando cada vez mais fraco e indolente. Conclamo pois VOCÊ, meu caro amigo a exercer a sua cidadania, dando um pouco do seu esforço e/ou do seu conhecimento, para os mais necessitados.

 

 Os conhecimentos nos dão meios para viver. A sabedoria nos dá razões para viver. Ama a educação como fonte de esperança e transformação. Ama as crianças e os filósofos – ambos têm algo em comum: fazem perguntas.

Rubem Alves (Mestre em Teologia, Doutor em Filosofia, Psicanalista e Professor Emérito da UNICAMP).

 

PALAVRAS FINAIS

Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.

 

Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso “porque não estamos acostumados com isso” e não dizemos  que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.

 

Beth Norling (copiado da rede)

 

Faça a SUA parte, amigão !

 

 

Eco sim chato não!

Retirado do site da Super Abril, a matéria abaixo, apesar de já bastante postada no universo-verde-blogueiro, merece ser lida, divulgada, copiada e massificada nos mailling lists de todo internauta que se preze. Ao invés de mandar correntes da Samara, a garota de 13 anos que vai puxar seu pé pelo resto da vida se você não transformar a internet em lerdox, passando essa bobagem para 3500 contatos, copie o texto abaixo e envie para os seus amigos, mesmo aqueles que vão te considerar um Eco-Chato, por causa disso. Educação Ambiental, amigos, começa, literalmente, em casa!

Planeta Sustentável – Dez dicas para ser sustentável sem ser mala

Texto Aryane Cararo

João Gordo não é o que se pode chamar de ativista bonzinho e politicamente correto. Mas acredite: o apresentador mais desbocado do país está preocupado com o futuro do planeta. Aos 43 anos, dois filhos, vegetariano desde 2005, João constrói uma nova casa em São Paulo que é feita com madeira de demolição e terá aquecedor solar e reservatório de água da chuva. Se reciclagem de lixo já é uma atitude básica nas grandes cidades, ele vai além: na festa de aniversário de um dos dois filhos, a lembrança que os convidados levaram para casa era feita de garrafas pet reutilizadas. E as roupas que o pessoal em casa não usava mais viraram capas de almofadas, feitas por sua mulher, Viviana Torrico. “É muito legal: depois de velho, eu virei hippie”, brinca ele.

Como o punk mais pop do Brasil mostra, não é preciso virar um ecochato e se mudar para uma comunidade alternativa para adotar atitudes mais saudáveis para o planeta. A ciência tem dicas de ações simples e surpreendentes para você gastar menos energia, produzir menos lixo e emitir menos carbono na atmosfera. Veja 10 delas, a seguir.

1. USE MÓVEIS DE MADEIRA

Sim, optar por móveis de madeira é uma atitude sustentável. Árvores, para crescer, transformam o carbono da atmosfera em madeira. Por isso, cerca de metade do peso da madeira é de átomos de carbono – os mesmos que poderiam estar no ar causando o efeito estufa. “O móvel de madeira mantém o carbono que iria para a atmosfera aprisionado por muito tempo, podendo ser usado por muitas gerações. Isso não acontece com os plásticos e o aço”, diz o pesquisador Márcio Nahuz, do Centro Tecnológico de Recursos Florestais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). A quantidade de carbono que o seu guarda-roupa aprisiona depende do tipo de árvore e da densidade da madeira de que ele é feito. Prefira os móveis de pinus, eucalipto e paricá e evite as espécies escassas como pau-brasil, mogno, imbuia e jacarandá-paulista. E, claro, escolha madeira com certificação do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC Brasil ), que garante a procedência de árvores plantadas e derrubadas de maneira planejada. Outra vantagem é que a madeira é um lixo muito mais tolerável para o ambiente que outros materiais. “A madeira se decompõe e, assim, não cria um Frankenstein na natureza”, diz Nahuz. Plásticos, outros derivados de petróleo e demais materiais precisam de um processo de reciclagem (quando há) que pode consumir energia – e liberar mais carbono na atmosfera.

2. TAMPE A PANELA

Parece conselho de mãe para a comida não esfriar, mas a ciência explica como é possível ser um cidadão ecossustentável adotando o simples hábito de tampar a panela enquanto esquenta a água para o macarrão ou para o cafezinho. Segundo o físico Cláudio Furukawa, da USP, a cada minuto que a água ferve em uma panela sem tampa, cerca de 20 gramas do líquido evaporam. Com o vapor, vão embora 11 mil calorias. Como o poder de conferir calor do GLP, aquele gás utilizado no botijão de cozinha, é de 11 mil calorias por grama, será preciso 1 grama a mais de gás por minuto para aquecer a mesma quantidade de água. Isso pode não parecer nada para você ou para um botijão de 13 quilos, mas imagine o potencial de devastação que um cafezinho despretensioso e sem os devidos cuidados pode provocar em uma população como a do Brasil: 54,6 toneladas de gás desperdiçado por minuto de aquecimento da água, considerando que cada família brasileira faça um cafezinho por dia. Ou 4 200 botijões desperdiçados.

3. EVITE PLÁSTICO E VIDRO

No supermercado surge a dúvida: serei um cidadão mais sustentável se levar a bebida na embalagem de alumínio, de vidro ou de pet? O senso comum apostaria na latinha, já que ela é quase totalmente reciclada no Brasil. Alguém poderia contra-argumentar que ela gasta energia demais: a indústria do alumínio consome 6% da eletricidade do Brasil. Já a ciência diz que, se a intenção é só avaliar a forma mais ecológica de beber refrigerante ou cerveja, siga o senso comum. Esse é o conselho da engenheira química Renata Valt, autora do livro Ciclo de Vida de Embalagens para Bebidas no Brasil. Segundo ela, a lata leva vantagem hoje no Brasil justamente pelo alto índice de reciclagem (96% em 2005) frente ao vidro (45%) e ao pet (47%). Renata comparou a produção de 1 000 litros de refrigerante para cada embalagem, somou a porcentagem de reciclagem e de matéria-prima e concluiu: o alumínio é o que menos consome energia, água e recursos naturais, tem a menor emissão de poluentes e gera menos resíduos sólidos.

É de espantar que o vidro, cuja garrafa é reutilizada de 20 a 30 vezes em média, não seja o mais ecológico. Mas é exatamente por causa das idas e vindas no transporte, e sua queima de combustível, que ele perde pontos. “O vidro só é melhor se considerarmos que seus recursos são mais renováveis que o petróleo do pet e a bauxita do alumínio. Se a indústria usasse combustíveis mais limpos, a avaliação melhoraria”, diz Renata. Ainda que vivêssemos em um mundo ideal, com 100% de reciclagem, o alumínio teria suas vantagens, pois gastaria menos recursos naturais e emitiria menos poluentes. O pet seria mais econômico na energia, na água e na produção de lixo. Por outro lado, sem reciclagem, a latinha seria o terror do consumo energético, dos recursos naturais e da emissão de gases.

4. TOME BANHO PELA MANHÃ

A dica é velha: evite consumir energia elétrica no horário de pico. Mas está mais a- tual do que nunca. A limitação das usinas e a escassez de água, motor propulsor das hidrelétricas, deixam sempre possível haver um apagão. O Brasil produz, normalmente, 75 mil megawatts de energia elétrica. A quantidade é suficiente para o consumo habitual, mas não para os picos – momentos como o intervalo do futebol, quando milhões de brasileiros abrem a geladeira para pegar uma cerveja, ou às 19h30, quando a maioria liga o chuveiro.

Quando as 158 hidrelétricas não dão conta da demanda, o país é obrigado a acionar as usinas termoelétricas, que usam como combustível gás natural, carvão, xisto ou óleo diesel e lançam muito mais dióxido de carbono na atmosfera. Com todos os tipos de usinas ligados, a capacidade de fornecimento sobe para 100 mil megawatts. Já que é impossível armazenar energia em grande quantidade, qualquer consumo superior a isso obrigaria à construção de mais usinas e linhas de transmissão.

Imagine se os 186 milhões de brasileiros decidissem tomar banho em chuveiros elétricos às 19h30. Como cada chuveiro gasta cerca 1 kWh em 11 minutos de banho, o país precisaria de quase duas vezes mais usinas para não apagar. Para espantar esse risco, basta variar o horário do banho. Se você ligar o chuveiro fora dos horários de pico, como pela manhã, ajuda a diminur a necessidade de construção de mais usinas para atender a um consumo pontual.

5. PAGUE SUAS CONTAS ONLINE

Aqueles papéis bancários que você recebe toda vez que paga suas contas significam mais emissões de poluentes, gás metano nos lixões e água desperdiçada. Essa é a conclusão de um relatório da empresa de consultoria americana Javelin Strategy and Research sobre o que representam os extratos, comprovantes de pagamento e cheques nos EUA. Segundo o estudo, lançado em junho, se todos os americanos abolissem o papel de suas transações bancárias, 2,3 milhões de toneladas de madeira seriam poupadas por ano – ou cerca de 16 milhões de árvores. Ok, consumo de madeira não é ruim para o aquecimento global, já que madeira e papel são pequenos depósitos de moléculas de carbono. O problema é que, para fazer papel, é preciso muita energia e poluição. A produção dos comprovantes nos EUA gasta a energia suficiente para abastecer, durante o ano inteiro, uma cidade do porte de Campinas (SP). Se tanto papel não existisse, a emissão de carbono também diminuiria, no equivalente a 355 mil carros a menos nas estradas americanas. No Brasil, a maior empresa de bobinas do país abasteceu, em 2006, 4 grandes bancos com 6 mil toneladas de papéis para caixas eletrônicos.

6. DESLIGUE O FOGÃO

Em vez de usar sempre o fogão ou o microondas, opte por uma resistência elétrica para aquecer líquidos. Pode ser o popular rabo-quente ou as modernas chaleiras elétricas. Segundo o físico Cláudio Furukawa, da USP, o rabo-quente é o mais eficiente quando a opção é pelo menor uso de energia. Como quase 90% da energia brasileira vem das hidrelétricas, que poluem muito pouco, é melhor para o ambiente usar aparelhos elétricos que movidos a gás, como o fogão. Pensando assim, o microondas levaria vantagem sobre o fogão a gás, pois causaria menos danos ao ambiente. O problema é que ele tem pouco rendimento, pois redireciona parte da eletricidade para o motor que gira o prato, a lâmpada e a ventoinha. “Além disso, as microondas ficam espalhadas por toda a cavidade e não se concentram apenas no alimento. No caso dele, a eficiência de conversão em calor não passa dos 40%”, afirma o físico Cláudio Furukawa.

7. USE A ÁGUA DA LAVADORA DE ROUPAS PARA REGAR O GRAMADO

Em vez de gastar água da torneira para regar as plantas, use a que sai da máquina de lavar. A água dos últimos enxágües da lavadora é muito boa para plantas. “A partir do 2º ciclo, a concentração da maioria dos sais está numa faixa que traz benefícios às plantas, principalmente aos gramados”, afirma Gilberto Kerbauy, professor de botânica do Instituto de Biociências da USP. Gilberto analisou os resultados na tese de doutorado da engenheira civil Simone May, também da USP. Simone quantificou itens como acidez, sais, metais pesados e coliformes para 3 enxágües da máquina, a partir da lavagem de roupas de uma família típica. “O 1º enxágüe é muito sujo, equivalente à água resultante de um banho no chuveiro”, diz ela. A quantidade de coliformes fecais no 1º ciclo era de 44 mil em cada 100 mililitros – em piscinas, por exemplo, acima de 1 mil/ml a água é considerada imprópria. Mas, nos enxágües seguintes, a concentração baixa a níveis normais. “A partir do 2º enxágüe, a água poder ser reaproveitada para regas de plantas ornamentais. Os valores de pH estão na faixa tolerável para a maioria das plantas (7,9 e 7,1)”, diz Kerbauy. “Eventualmente, a concentração de sódio poderia ser prejudicial a algumas espécies. E o uso para regar hortas deve ser evitado.”

8. PREFIRA ALIMENTOS LOCAIS

Comprar alimentos produzidos na região próxima de onde você mora faz bem aos pulmões. O segredo está na redução da distância: com caminhões rodando pouco, há menos poluição. Além disso, o desperdício é muito menor – e as frutas não precisam ser colhidas ainda verdes. De acordo com Celso Moretti, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Brasil desperdiça no trajeto do campo à mesa 14 milhões de toneladas de hortaliças, grãos e frutas por ano. O transporte, que submete frutas a uma temperatura de 42 oC embaixo das lonas, é o maior vilão do desperdício de alimentos.

Alimentos de longe também aumentam o aquecimento global. O pesquisador Márcio Nahuz e sua equipe do Instituto de Pesquisas Tecnológicas fizeram as contas do gás carbônico emitido por um caminhão a diesel (Mercedes 1620, com 231 cavalos) no transporte de melões de Mossoró, no Rio Grande do Norte, até a capital paulista (uma distância de 2 783 quilômetros). Considerando apenas o consumo de combustível, a carga teria custado 1 570,95 quilos de dióxido de carbono a mais na atmosfera. Ou o trabalho de 3 árvores adultas de 16 metros de altura e 0,28 metro de diâmetro no seqüestro de carbono. “O problema é que, para neutralizar as emissões da viagem, esse motorista deveria ter plantado as árvores 20 anos antes”, diz Nahuz. O mesmo problema acontece com maçãs que viajam de Vacaria (RS) até São Paulo, nas mesmas condições de transporte. Emitem 488 quilos de dióxido de carbono nos 865 quilômetros de viagem. Até mesmo a cenoura, facilmente cultivada nos cinturões verdes dos municípios, pode ter alta quilometragem – do pólo de São Gotardo (MG) à capital paulista vão sendo distribuídos nos 655 quilômetros quase 370 quilos de gás causador do efeito estufa. “É muito difícil não ter esse custo ambiental, já que não dá para produzir nas capitais as mesmas frutas de regiões distantes”, diz Nahuz. Uma saída é aproveitar as frutas e verduras da época – que podem ser produzidas tranqüilamente perto das grandes cidades.

10. TOME ÁGUA DA TORNEIRA

Se você viu o filme Uma Verdade Inconveniente, do Prêmio Nobel da Paz Al Gore, sabe que a cor branca dos pólos reflete de 80 a 90% da luz solar. Quando derretem, acabam com o mesmo índice de reflexão do oceano: 8%, em média. Ou seja: quanto mais os pólos derretem, mais eles próprios contribuem para o aquecimento global. Aplicando a mesma teoria, é possível traçar um paralelo para a realidade de sua casa. Já que não dá para trazer a neve para casa, por que não a cor branca? Pintar telhados e paredes de branco pode fazer com que até 90% da luz incidente seja refletida, já que a tinta dessa tonalidade rebate de 50 a 90% dos raios solares. Enquanto isso, a tinta vermelha ou marrom só reflete de 20 a 35% e as cores laranja e cinza ficam na média dos 50 e 30% respectivamente. No mínimo, você ganha em conforto térmico e usa menos ar-condicionado. “O branco refletivo ou o aluminizado refletem 90% da radiação solar. Com as superfícies externas da casa pintadas de branco, menos calor penetra na casa. E a temperatura interna pode variar até 5 oC”, diz Racine Prado, professor de física das construções da USP.

Esqueça a água mineral. A água que sai da torneira da maioria das cidades brasileiras é potável – tratada para que você possa bebê-la numa boa. Gastar dinheiro com água de garrafa é supérfluo e agressivo ao planeta. Além de mais cara, produz milhões de garrafas como lixo e precisa ser transportada em caminhões poluentes. Se não recicladas, as garrafas pet demoram 110 anos para se degradar. Além disso, o processo para transformar resina em garrafas e o transporte até a sua casa consomem combustível e geram poluição. Cada 1 000 garrafas de meio litro de água gastam 600 kWh de energia, liberam 6 quilos de carbono e geram 35 quilos de lixo no planeta. Por isso, várias cidades da Califórnia, nos EUA, estão adotando leis para restringir a água mineral em empresas e escolas. “Do ponto de vista bacteriológico, a água da torneira é segura, não precisa nem ser filtrada”, diz Paulo Olzon, clínico geral da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Quem prefere ter mais segurança e optar pela água mineral, deve evitar embalagens descartáveis.”

Planeta Sustentável


Fonte: http://super.abril.com.br

A História das Coisas – Uma história para crianças

Olá amigos.

Trago para compartilhar com os leitores e amigos deste Blog a História das Coisas, traduzida pela Comunidade de Permacultura no Orkut, o que vai facilitar muito a compreensão dos internautas brasucas.

A História das coisas é um documentário curto e objetivo, que esclarece e lança um novo olhar sobre todas as coisas que consumimos há muitas décadas e a forma como a Mídia e Propaganda invadem nossas mentes nos induzindo a consumir, comprar, comprar, comprar, como símbolo de FELICIDADE.

Nós, adultos de hoje, fomos criados seguindo a lógica capitalista, segundo a qual, vale mais quem mais possui, quem mais pode comprar e ostentar o seu poder de compra. Nessa lógica maluca, não é possível ser feliz se não se pode comprar o carro da marca X ou o creme para cabelos que vai modificar sua vida e fazer com que os homens amem mais você.

Até mesmo as empresas ditas “ecologicamente corretas” criam embalagens recicláveis e refis dizendo que com isso estão colaborando com a sustentabilidade (palavra da moda) mas, basta um olhar mais atento, para percebermos que essas empresas só estão criando mais e mais embalagens, mais produtos baseados em plásticos, papel, alumínio e outros produtos que, ao invés de “economizar” o nosso Meio Ambiente, só estão impactando mais.  Me pergunto porque não existem leis que obriguem de verdade as empresas a recolherem as embalagens que vendem, através da criação de postos de coletas ou da troca pura e simples das embalagens em grandes redes de supermercados. Ficaria mais fácil devolver a embalagem vazia de shampoo, ou o creme hidratande daquela empresa “Bonita e Natural”, quando fóssemos às compras. Mas não é fácil, eu reconheço. Não é fácil.

Deixo o documentário para reflexão e, se possível, peço que divulguem essse vídeo para as crianças também. É delas o futuro do Planeta e se a educação vem de berço, já estamos atrasados nessa gigantesca tarefa de recriar as condições mínimas de sobrevivência no Planeta.

Meus parabéns à Comunidade de Permacultura, no Orkut, que se mobilizou para traduzir para nós! Vocês são DEZ!

Com vocês, para vocês, a História das Coisas:

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