Garrafas PET – Idéias Brilhantes

Essa semana decidi escrever matérias somente sobre recicláveis e quero começar com a Garrafa PET, essa invenção que deu certo em termos econômicos e de praticidade mas que vem trazendo uma dor de cabeça, quando se pensa em degradação de Meio Ambiente.
O Plástico das PETs é feito de poliéster (derivado de petróleo)  e demora até 100 anos para se decompor . São produzidas atualmente, por mês, 370 Toneladas no Brasil, das quais apenas 50% vão para reciclagem (o restante vai parar nos córregos e rios e nos lixões), ocupando 20% do volume dos lixões atualmente.
Felizmente já existe uma tímida iniciativa para conscientização da Sociedade, no sentido de separar os resíduos domésticos.  Em cada Estado, no Brasil, existem cooperativas de catadores que  já começam a perceber que a PET pode gerar renda e, com isso, esperamos que o volume de garrafas plásticas descartadas nos Lixões diminua substancialmente, assim como ocorreu com as latinhas de alumínio. 
Para quem quer aprender um pouco mais sobre o novo universo possível para o plástico que iria parar no canal perto de nossa casa, convido a assistirem os vídeo abaixo, do Globo Repórter, onde a gente conhece o Moisés que resolveu dois problemas de uma só vez, usando garrafas PET, ou um projeto de AQUECEDOR feito a partir de Garrafas PET!

  

Matéria Relacionada: https://ecoamigos.wordpress.com/2007/11/19/feliz-natal-com-pet/

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Os oceanos podem estar perdendo capacidade de absorver dióxido de carbono

alerta uma pesquisa da Universidade de East Anglia, na Inglaterra.

Durante dez anos, os cientistas avaliaram a absorção oceânica de CO2 – gás que causa o efeito estufa – através de equipamentos instalados em mais de 90 mil navios mercantes que cruzaram o Atlântico norte.

Os resultados mostraram que a absorção de carbono se reduziu pela metade entre os anos 1990 e 2005.

Para os cientistas, a redução na capacidade dos oceanos de absorver os gases que causam o efeito estufa pode piorar o aquecimento global.

Dúvidas

As descobertas, publicadas na revista científica Journal of Geophysical Research, foram consideradas surpreendentes pelos cientistas, que se disseram ainda preocupados com a hipótese de, no futuro, os oceanos ficarem saturados com emissões.

De todo o CO2 lançado na atmosfera, metade é absorvida pelos oceanos e vai parar em reservatórios naturais de carbono, como os oceanos e as florestas.

O repórter de Meio Ambiente da BBC Roger Harrabin, disse que os pesquisadores não sabem se o fenômeno se deve à mudança no clima ou a variações naturais.

“Como esta medição nunca foi feita antes, não sabemos em que medida o oceano mudou no passado. De maneira geral, imaginamos que o oceano absorve dióxido de carbono à mesma taxa todo o tempo”, disse à BBC um dos autores do estudo, o professor Andrew Watson.

“O que se demonstrou é que isso não acontece. Duvidamos que essa mudança se deva inteiramente à ação do homem – achamos que se deve pelo menos em parte a uma oscilação natural, que pode ser revertida. Mas não sabemos em que medida.”

Fonte: BBC Brasil

Wangari Maathai – Plantando a Paz nas Florestas da Africa

Roberto Villar Belmonte*

A árvore é um símbolo de paz na África. Em diversas comunidades, ainda sobrevive uma antiga tradição. Quando há um conflito, a pessoa mais velha planta uma árvore entre os dois lados em disputa. Este cerimonial sinaliza o início da reconciliação entre as partes. Foi esta herança cultural – ecológica e pacifista – a inspiração para Wangari Maathai, 65 anos, iniciar no Quênia, em 1977, o Movimento Cinturão Verde.

Educada nos Estados Unidos e na Alemanha, a professora de anatomia animal da Universidade de Nairobi não tirava da cabeça o que vinha testemunhando desde criança. Árvores substituídas por lavouras comerciais, como ocorre agora na Amazônia. O desflorestamento do Quênia destruiu boa parte da biodiversidade e reduziu a capacidade das florestas de conservar água, um recurso bastante escasso na região.

Para mudar aquela situação, Wangari Maathai começou uma campanha de esclarecimento com grupos de mulheres mostrando que árvores deviam ser plantadas. Aos poucos, elas foram percebendo que o plantio gerava emprego, combustível, comida, abrigo, melhorava o solo e ajudava a manter as reservas de água. Nas últimas três décadas, as mulheres do Quênia plantaram mais de 30 milhões de árvores.

O trabalho de conscientização foi difícil. “O nosso povo foi historicamente persuadido a acreditar que, por ser pobre, também não tinha conhecimento e capacidade para enfrentar os seus próprios problemas. E esperavam soluções de fora. As mulheres não conseguiam perceber que para atender às suas necessidades básicas era preciso um meio ambiente saudável e bem manejado”, recorda a professora Wangari Maathai.

A sua militância pacífica pela recuperação ambiental das florestas africanas foi reconhecida mundialmente em dezembro de 2004 quando ela recebeu em Oslo, na Noruega, o Prêmio Nobel da Paz. “Eu acredito que a solução para a maioria dos nossos problemas vem de nós mesmos”, ensina a professora e ativista Wangari Maathai, que hoje luta para cancelar a dívida externa dos países pobres.

A família humana, na avaliação da Prêmio Nobel da Paz de 2004, tem que enfrentar um fato muito grave: o meio ambiente é fundamental para alcançar a paz. Quando ele está degradado, as pessoas sofrem, pois não têm os recursos necessários para sobreviver. É preciso compartilhar os recursos naturais de forma eqüitativa para reverter a distribuição injusta de recursos que atualmente existe no mundo. 

Na África, relata Wangari, existem muitos conflitos por recursos naturais escassos e degradados. As pessoas lutam pelo que restou de terra, água, pastos e florestas. Para resolver estes graves conflitos, que estão gerando milhões de refugiados ecológicos em todo o planeta, a professora do Quênia defende uma consciência cada vez maior sobre três questões: sensibilidade ambiental, um bom governo democrático e paz.

 “Nós plantamos árvores para proteger o solo, prevenir a erosão, fazer as pessoas entenderem que a terra é um recurso natural importante. Quando o vento e a água produzem erosão, a terra está perdida para sempre. Mostramos para as pessoas que o solo onde elas plantam é fundamental para ter boas colheitas. As árvores também são uma fonte de energia para a maioria das populações rurais”, ressalta Wangari. 

A presidente do Movimento Cinturão Verde faz uma conta. Como cada pessoa emite gás carbônico, ela necessitaria plantar pelo menos dez árvores para zerar o seu impacto ecológico no planeta. “Por isso eu sempre insisto neste ponto: plantem pelo menos dez árvores!”, enfatiza a queniana também engajada na campanha dos quatro erres: reduzir, reutilizar, reciclar e reparar.

Wangari Maathai e as mulheres do Movimento Cinturão Verde tentam banir do Quênia as sacolas de plástico finas, pois elas não podem ser reutilizadas. No Japão, ela está engajada em uma campanha chamada MutaiNai para conscientizar as pessoas sobre a necessidade de respeitar e agradecer pelos recursos naturais. Por onde anda, a professora do Quênia dedica a sua vida à construção de uma paz ecológica.

Cientista e ativista

A professora Wangari Muta Maathai nasceu em 1940 na cidade de Nveri, no Quênia, e foi a primeira mulher a obter um título de Doutora no Leste e no Centro da África. Em 1964 ela graduou-se em Ciências Biológicas no Mount St. Scholastica College em Atchison, no Kansas (EUA). Dois anos depois concluiu o mestrado na Universidade de Pittsburgh. Depois de realizar o doutorado na Alemanha, Wangari obteve Ph.D na Universidade de Nairobi onde lecionou anatomia animal.

De 1976 a 1987, Wangari participou ativamente do Conselho Nacional da Mulher do Quênia onde começou a mobilizar grupos de mulheres em torno da campanha para o plantio de árvores. Mais de 30 milhões de árvores já foram plantadas através do Movimento Cinturão Verde (www.greenbeltmovement.org). Em 1998, ela passou a defender o cancelamento da dívida externa dos países pobres da África. Atualmente, a Prêmio Nobel da Paz 2004 trabalha no Ministério do Meio Ambiente do Quênia.

“Corremos um risco enorme”

A Prêmio Nobel da Paz de 2004, Wangari Maathai, concedeu uma entrevista coletiva no dia 14 de outubro para jornalistas ambientais de 32 países reunidos em Monte Porzio Catone, a 40 quilômetros de Roma. A seguir trechos da conversa com os repórteres presentes no III Fórum Internacional de Mídia “Meio ambiente, caminho de paz” promovido pela Associação Cultural Greenaccord.

Pergunta: O consumo excessivo dos recursos naturais é um estilo de vida imposto pela nossa cultura ocidental e reforçado pelos meios de comunicação. É possível mudar esta tendência de hiper-consumo?

Wangari: Eu creio que precisamos elevar o nível da nossa consciência moral, voltar a ter uma perspectiva ética em relação aos recursos naturais e às outras criaturas. O problema é que ainda achamos que os nossos recursos durarão para sempre. Sem elevar o nosso nível de consciência ética, não poderemos entender que esse nível de vida tão elevado para poucos em detrimento de muitos não pode seguir adiante. No meu país, o Quênia, pelo menos 10% das pessoas vivem desperdiçando recursos porque querem imitar o nível de vida do mundo rico. Os recursos não são suficientes. Os países ricos exploram os recursos naturais dos pobres, e os poucos ricos dos países pobres fazem o mesmo. A nossa forma de lutar contra a pobreza é lutar contra esta forma de hiper-consumo não apenas no mundo industrializado, mas também nos países em desenvolvimento onde lamentavelmente estamos copiando o mundo rico em detrimento do nosso povo. Se seguirmos por este caminho, corremos um risco enorme.  

Pergunta: Como garantir dignidade aos refugiados ecológicos que cada vez mais migram dos países devastados do Terceiro Mundo para a Europa e Estados Unidos?

Wangari: É muito difícil para um ser humano sentar e ficar sofrendo até a morte. Quando ele percebe que pode procurar uma vida melhor em outro país, ele migra. É preciso solidariedade e compaixão com estas pessoas que buscam um lugar melhor para viver. Mas é preciso também garantir condições para que estas pessoas possam viver nos seus próprios países com dignidade. É por isso que eu defendo o cancelamento da dívida externa para permitir investimentos locais que possam melhorar a economia dos países pobres dando mais condições de trabalho às populações.

Pergunta: Como evitar a atual destruição florestal na África?

Wangari: Recentemente eu fui chamada a ajudar na luta contra a destruição da floresta do Congo, a segunda maior do planeta depois da Amazônia. A questão é que não temos recursos suficientes para impedir a devastação. Tem muita pobreza no meu continente, mas a África não é pobre, tem muitas riquezas no solo e nas selvas. Os países desenvolvidos exploram os nossos recursos sem qualquer escrúpulo. A exploração madeireira no Congo está destruindo a biodiversidade. A culpa é também dos nossos líderes africanos. Eles permitem que isto aconteça porque querem copiar o mundo desenvolvido. A imprensa não deveria falar só dos aspectos negativos do continente africano, mas nos ajudar a mobilizar a população e os nossos líderes.

Pergunta: Diante de tantos problemas ambientais, a senhora mantém o otimismo?

Wangari: Eu sempre sou otimista. Eu acordo pela manhã e sinto que tenho muitas razões para viver. Vivemos em um planeta que é único. O maior problema que temos é a ignorância. Tem muita gente que não sabe nada das mudanças climáticas.  Este fenômeno é geralmente apresentado com dados complicados. Muitos chefes de estado não se convencem que tem que intervir. Nós não podemos deixar de insistir para que os nossos dirigentes tomem decisões. Temos que estar convencidos que podemos fazer algo. Depois que as costas forem invadidas pelo mar e os campos inundados pelos rios, não haverá mais o que fazer. É fundamental que todos juntos insistam com os nossos líderes para que tomem consciência do risco e da gravidade da situação e pensem não apenas nas vantagens de curto prazo, mas em políticas de longo prazo.

O PUM DA VACA

Rio – Um vídeo publicado no site Youtube ilustra com bastante humor como os gases emitidos pelos sistema digestivo das vacas é um dos grandes responsáveis pela emissão de gás metano na atmosfera, quantia que contribuiu bastante com a elevação da temperatura do planeta.

No vídeo, a animação de uma vaquinha soltando “pum” mostra as estatísticas em torno do problema, que se agrava diante da enorme quantidade de bovinos no mundo. No Brasil, eles ultrapassam a quantidade de seres humanos. Em todo o mundo emitem cerca de 350 mil toneladas de metano anualmente.

  

De acordo com um recente relatório da ONU, os 1,5 bilhão de cabeças de gado e búfalos, mais o 1,7 bilhão de ovinos e caprinos, com suínos e aves, são responsáveis por cerca de um quinto do aquecimento da terra.

Os pesquisadores da entidade concluiram que comer menos carne é mais promissor para combater o aquecimento que comprando um carro de consumo eficiente. Pense nisso!

Fonte: http://odia.terra.com.br/ciencia

A Casa do Bem

Encontrei esse Site e me encantei, pela simplicidade aliada à beleza com que ensina todo mundo (não só os adultos) à cuidarem bem do Planeta, a partir de nossas próprias casas.

“Levem” seus filhos nessa “viagem” pela Casa do Bem! Tem joguinhos para download e é possível visitar todos os cômodos, onde há mensagens sobre todo tipo de material. Simplesmente encantador! O site é uma iniciativa da Unilever e Wall Mart.

Entre! “A casa é sua!

Clique na Casa para entrar!

Resgatar o que perdemos – Dez Pontos Cruciais

   
Por Leonardo Boff
Durante a Eco-92 no Rio de Janeiro, 1600 cientistas entre os quais havia 102 Prêmio Nobel de 70 paises lançaram o documento Apelo dos cientistas do mundo à humanidade . Ai diziam:”Os seres humanos e o mundo natural seguem uma trajetória de colisão. As atividades humanas desprezam violentamente e, às vezes, de forma irreversível o meio ambiente e os recursos vitais. Urge mudanças fundamentais se quisermos evitar a colisão que o atual rumo nos conduz”. Foi uma voz pronunciada no deserto. Mas agora, no contexto atual, quando os dados empíricos apontam as graves ameaças que pesam sobre o sistema da vida, elas ganham atualidade. Não convém menosprezar o valor daquele apelo.
Podemos alimentar duas atitudes face à crise ecológica: apontar os erros cometidos no passado que nos levaram à presente situação ou resgatar os valores, os sonhos e as experiências que deixamos para trás e que podem ser úteis para a invenção do novo. Prefiro esta segunda atitude. Por isso, importa fazer uma reescritura do momento presente, elencando mais que aprofundando dez pontos cruciais.
O primeiro é resgatar o princípio da re-ligação: todos os seres, especialmente, os vivos, são interdependentes e são expressão da vitalidade do Todo que é o sistema-Terra. Por isso todos temos um destino compartilhado e comum.
O segundo é reconhecer que a Terra é finita, um sistema fechado como uma nave espacial, com recursos escassos.
O terceiro é entender que a sustentabilidade global só será garantida mediante o respeito aos ciclos naturais, consumindo com racionalidade os recursos não renováveis e dar tempo à natureza para  regenerar os renováveis.
O quarto é o valor da biodiversidade pois é ela que garante a vida como um todo pois propicia a cooperação de todos com todos em vista da sobrevivência comum.
O quinto é o valor das diferenças culturais, pois todas elas mostram a versatilidade da essência humana e nos enriquecem a todos, pois tudo no humano é complementar.
O sexto é exigir que a ciência se faça com consciência e seja submetida a critérios éticos para que suas conquistas beneficiam mais à vida e à humanidade que ao mercado.
O sétimo é superar o pensamento único da ciência e valorizar os saberes cotidianos, das culturas originárias e do mundo agrário porque ajudam na busca de soluções globais.
O oitavo é valorizar as virtualidades contidas no pequeno e no que vem de baixo, pois nelas podem estar contidas soluções globais, bem explicadas pelo efeito borboleta.
O nono é dar centralidade à equidade e ao bem comum pois as conquistas humanas devem beneficiar a todos e não como atuamente,  a apenas 18% da humanidade.
O décimo, o mais importante, é resgatar os direitos do coração, os afetos e a razão cordial que foram relegados pelo modelo racionalista e é onde reside o nicho dos valores.
Estes pontos representam visões humanas que não podem ser desperdiçadas, pois incorporam valores que poderão alimentar novos sonhos, nutrir nosso imaginário e principlamente fomentar práticas alternativas. Somos seres que esquecem e recordam e que sempre podem resgatar o que não pôde ter oportunidade no passado e dar-lhe agora chance de realização. Por aí, quem sabe, encontraremos uma saida para a crucificante crise atual.
Fonte: www.leonardoboff.com

Seu Cardápio ajudando o Planeta!

Você chega em casa depois de um dia no trabalho e se prepara para fazer o jantar. Abre a geladeira e, de acordo com o cardápio, contribui ou não para o aquecimento global… 

Já pensou que a forma como você se alimenta também pode impactar o meio ambiente? Além dos Fast Foods que frequentamos durante o dia e que contribuem demais para o Aquecimento Global (afinal você já deve ter visto aqueles caminhões enormes, transportando freezers gigantescos que mantém fresquinhos o “hamburguer nosso de cada dia”, não é verdade? Então, além do combustível gasto em imensas rotas de distribuição, esse tipo de alimento (derivados de carne bovina) acabam causando um baita estrago na atmosfera.

Tudo bem, você não é chegado a carne, mas gosta de um queijinho importado ou um item que, para chegar à sua mesa, precisa atravessar o País ou até mesmo o continente? Talvez seja hora de pensar melhor em seus hábitos alimentares.

Não vá embora sem ler a matéria abaixo, ela pode te ajudar a pensar melhor sobre o assunto:

Consumir produtos regionais

 pode preservar o planeta

Vem da Itália mais uma iniciativa contra a poluição do planeta: o “menu a quilômetro zero”, selo dado a bares e restaurantes que servem pratos feitos apenas com produtos locais e da estação, produzidos a poucos quilômetros de distância. A idéia foi criada pela organização agrícola Coldiretti para conscientizar as pessoas de que o simples fato de comer também pode ajudar a poluir o meio ambiente. O objetivo é levar o cardápio de baixo impacto ambiental aos refeitórios de escolas, hospitais e órgãos públicos italianos. O transporte de produtos importados, de frutas exóticas e verduras fora da estação ­ em aviões, trens, caminhões e navios ­, aumenta muito a emissão de CO2 na atmosfera. A distância percorrida pelo alimento do campo até nosso prato é conhecida mundialmente como food miles e pode ser calculada. Apesar de não ser exata, dá uma idéia do estrago: na viagem de 1 quilo de cerejas argentinas até Roma, por exemplo, são percorridos 12 mil quilômetros e emitidos 16,2 quilos de CO2. E você não precisa esperar o selo chegar ao Brasil: na próxima vez que for ao supermercado, ao mercadinho da esquina ou à feira de rua, converse com o vendedor e descubra quais são os produtos da sua região ­ e dê preferência ao que foi plantado e colhido mais perto de você.

Descubra a distância percorrida pelos alimentos importados

O site canadense Lifecycles (www.lifecyclesproject.ca/initiatives/food_miles/) traz mais informações sobre Food miles e no site inglês Organiclinker (www.organiclinker.com/food-miles.cfm) é possível calcular a distância percorrida pelos alimentos importados. Apesar do cálculo ser feito em relação à Inglaterra, dá para ter uma noção do quanto viaja a nossa comida.

Elisa Correa

Fonte: Vida Simples

Dica: Procure saber o que sua região ou estado produz e busque consumir os produtos locais. Com certeza será tudo mais fresquinho e saudável e  você ainda vai estar contribuindo para diminuir o impacto ambiental.

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