O fim não será do mundo, mas da liberdade

  • “Não se trata de se desacreditar no idealismo do ser humano, em sua capacidade de se sacrificar no presente visando sua descendência no futuro. Trata-se de verificarmos que na prática isso nunca ocorreu em termos globais e não sabemos se vai ocorrer justamente agora que necessitamos.”

 

 

 

Li hoje um artigo do Leitor João Canali, no Globo, na coluna “Opinião”, que me chamou a atenção, não somente pela clareza e maturidade, mas também pela constatação de que as palavras não ditas, estão sendo entendidas por uma parcela de nossa comunidade, no que toca o tema-moda-mítico aquecimento global.

Visto como manipulação política por alguns, que creem nas teorias da conspiração e entendidos como um evento natural e cíclico por outra parcela da sociedade, no momento, isso é o que menos importa. O que é preciso que fique bastante claro, é que esse acontecimento, seja ou não motivado por fatores antrópicos, já está em curso e não há equação possível sem um esforço hercúleo por parte de todas as Sociedades, de todas as esferas de poder, de todas as áreas da ciência, de todas as áreas da educação.

Para os que acreditam em soluções mágicas, como nos filmes do Indiana Jones, ou Deep Impact, podem esquecer. Somos quase 7 bilhões de humanos num planeta que já não consegue absorver nosso consumo.

Leiam o texto do João Canali e abram os ouvidos para entender o tamanho e a complexidade política e social do aquecimento global.

http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2009/12/17/fim-nao-sera-do-mundo-mas-da-liberdade-915252873.asp

Cláudia Costa

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