Obsolescência Programada – Comprar, descartar, comprar ….

Somente nos últimos vinte anos, o Homem se deu conta de que era necessário abrir a caixa de pandora existente no meio da sociedade de consumo e exibir seu conteúdo feio e perigoso. Podemos dizer que os primeiros a alertarem que a forma predatória de consumo seria mais devastadora que a capacidade do Planeta Terra repor suas reservas foram os cientistas e, claro, os Governos não lhes deram ouvidos. Afinal, o sustentáculo da economia mundial é o consumo, então é preciso que a sociedade continue sendo estimulada a comprar, depois a descartar, para atingir outro objetivo (sonho de consumo). E é dessa forma que, segundo dizem as lideranças mundiais, se mantem assegurados os empregos, benefícios e garantias sociais dos países desenvolvidos. O vídeo abaixo, serve para você que busca entender como funciona nossa sociedade de consumo, e responde algumas perguntas que, de vez em quando nos fazemos sobre porque somos compelidos a comprar como se o objeto de consumo pudesse nos tornar pessoas melhores, mais felizes e mais bem sucedidas. Sugestão de exibição nas escolas, comunidades, para as crianças de um m odo geral. As gerações futuras dependem diret amente da forma como encaramos a questão do consumo desenfreado hoje. A História do Planeta já está nos julgando por isso. Seremos absolvidos? Reserve um tempo para assistir!

O fim não será do mundo, mas da liberdade

  • “Não se trata de se desacreditar no idealismo do ser humano, em sua capacidade de se sacrificar no presente visando sua descendência no futuro. Trata-se de verificarmos que na prática isso nunca ocorreu em termos globais e não sabemos se vai ocorrer justamente agora que necessitamos.”

 

 

 

Li hoje um artigo do Leitor João Canali, no Globo, na coluna “Opinião”, que me chamou a atenção, não somente pela clareza e maturidade, mas também pela constatação de que as palavras não ditas, estão sendo entendidas por uma parcela de nossa comunidade, no que toca o tema-moda-mítico aquecimento global.

Visto como manipulação política por alguns, que creem nas teorias da conspiração e entendidos como um evento natural e cíclico por outra parcela da sociedade, no momento, isso é o que menos importa. O que é preciso que fique bastante claro, é que esse acontecimento, seja ou não motivado por fatores antrópicos, já está em curso e não há equação possível sem um esforço hercúleo por parte de todas as Sociedades, de todas as esferas de poder, de todas as áreas da ciência, de todas as áreas da educação.

Para os que acreditam em soluções mágicas, como nos filmes do Indiana Jones, ou Deep Impact, podem esquecer. Somos quase 7 bilhões de humanos num planeta que já não consegue absorver nosso consumo.

Leiam o texto do João Canali e abram os ouvidos para entender o tamanho e a complexidade política e social do aquecimento global.

http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2009/12/17/fim-nao-sera-do-mundo-mas-da-liberdade-915252873.asp

Cláudia Costa

Eco sim chato não!

Retirado do site da Super Abril, a matéria abaixo, apesar de já bastante postada no universo-verde-blogueiro, merece ser lida, divulgada, copiada e massificada nos mailling lists de todo internauta que se preze. Ao invés de mandar correntes da Samara, a garota de 13 anos que vai puxar seu pé pelo resto da vida se você não transformar a internet em lerdox, passando essa bobagem para 3500 contatos, copie o texto abaixo e envie para os seus amigos, mesmo aqueles que vão te considerar um Eco-Chato, por causa disso. Educação Ambiental, amigos, começa, literalmente, em casa!

Planeta Sustentável – Dez dicas para ser sustentável sem ser mala

Texto Aryane Cararo

João Gordo não é o que se pode chamar de ativista bonzinho e politicamente correto. Mas acredite: o apresentador mais desbocado do país está preocupado com o futuro do planeta. Aos 43 anos, dois filhos, vegetariano desde 2005, João constrói uma nova casa em São Paulo que é feita com madeira de demolição e terá aquecedor solar e reservatório de água da chuva. Se reciclagem de lixo já é uma atitude básica nas grandes cidades, ele vai além: na festa de aniversário de um dos dois filhos, a lembrança que os convidados levaram para casa era feita de garrafas pet reutilizadas. E as roupas que o pessoal em casa não usava mais viraram capas de almofadas, feitas por sua mulher, Viviana Torrico. “É muito legal: depois de velho, eu virei hippie”, brinca ele.

Como o punk mais pop do Brasil mostra, não é preciso virar um ecochato e se mudar para uma comunidade alternativa para adotar atitudes mais saudáveis para o planeta. A ciência tem dicas de ações simples e surpreendentes para você gastar menos energia, produzir menos lixo e emitir menos carbono na atmosfera. Veja 10 delas, a seguir.

1. USE MÓVEIS DE MADEIRA

Sim, optar por móveis de madeira é uma atitude sustentável. Árvores, para crescer, transformam o carbono da atmosfera em madeira. Por isso, cerca de metade do peso da madeira é de átomos de carbono – os mesmos que poderiam estar no ar causando o efeito estufa. “O móvel de madeira mantém o carbono que iria para a atmosfera aprisionado por muito tempo, podendo ser usado por muitas gerações. Isso não acontece com os plásticos e o aço”, diz o pesquisador Márcio Nahuz, do Centro Tecnológico de Recursos Florestais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). A quantidade de carbono que o seu guarda-roupa aprisiona depende do tipo de árvore e da densidade da madeira de que ele é feito. Prefira os móveis de pinus, eucalipto e paricá e evite as espécies escassas como pau-brasil, mogno, imbuia e jacarandá-paulista. E, claro, escolha madeira com certificação do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC Brasil ), que garante a procedência de árvores plantadas e derrubadas de maneira planejada. Outra vantagem é que a madeira é um lixo muito mais tolerável para o ambiente que outros materiais. “A madeira se decompõe e, assim, não cria um Frankenstein na natureza”, diz Nahuz. Plásticos, outros derivados de petróleo e demais materiais precisam de um processo de reciclagem (quando há) que pode consumir energia – e liberar mais carbono na atmosfera.

2. TAMPE A PANELA

Parece conselho de mãe para a comida não esfriar, mas a ciência explica como é possível ser um cidadão ecossustentável adotando o simples hábito de tampar a panela enquanto esquenta a água para o macarrão ou para o cafezinho. Segundo o físico Cláudio Furukawa, da USP, a cada minuto que a água ferve em uma panela sem tampa, cerca de 20 gramas do líquido evaporam. Com o vapor, vão embora 11 mil calorias. Como o poder de conferir calor do GLP, aquele gás utilizado no botijão de cozinha, é de 11 mil calorias por grama, será preciso 1 grama a mais de gás por minuto para aquecer a mesma quantidade de água. Isso pode não parecer nada para você ou para um botijão de 13 quilos, mas imagine o potencial de devastação que um cafezinho despretensioso e sem os devidos cuidados pode provocar em uma população como a do Brasil: 54,6 toneladas de gás desperdiçado por minuto de aquecimento da água, considerando que cada família brasileira faça um cafezinho por dia. Ou 4 200 botijões desperdiçados.

3. EVITE PLÁSTICO E VIDRO

No supermercado surge a dúvida: serei um cidadão mais sustentável se levar a bebida na embalagem de alumínio, de vidro ou de pet? O senso comum apostaria na latinha, já que ela é quase totalmente reciclada no Brasil. Alguém poderia contra-argumentar que ela gasta energia demais: a indústria do alumínio consome 6% da eletricidade do Brasil. Já a ciência diz que, se a intenção é só avaliar a forma mais ecológica de beber refrigerante ou cerveja, siga o senso comum. Esse é o conselho da engenheira química Renata Valt, autora do livro Ciclo de Vida de Embalagens para Bebidas no Brasil. Segundo ela, a lata leva vantagem hoje no Brasil justamente pelo alto índice de reciclagem (96% em 2005) frente ao vidro (45%) e ao pet (47%). Renata comparou a produção de 1 000 litros de refrigerante para cada embalagem, somou a porcentagem de reciclagem e de matéria-prima e concluiu: o alumínio é o que menos consome energia, água e recursos naturais, tem a menor emissão de poluentes e gera menos resíduos sólidos.

É de espantar que o vidro, cuja garrafa é reutilizada de 20 a 30 vezes em média, não seja o mais ecológico. Mas é exatamente por causa das idas e vindas no transporte, e sua queima de combustível, que ele perde pontos. “O vidro só é melhor se considerarmos que seus recursos são mais renováveis que o petróleo do pet e a bauxita do alumínio. Se a indústria usasse combustíveis mais limpos, a avaliação melhoraria”, diz Renata. Ainda que vivêssemos em um mundo ideal, com 100% de reciclagem, o alumínio teria suas vantagens, pois gastaria menos recursos naturais e emitiria menos poluentes. O pet seria mais econômico na energia, na água e na produção de lixo. Por outro lado, sem reciclagem, a latinha seria o terror do consumo energético, dos recursos naturais e da emissão de gases.

4. TOME BANHO PELA MANHÃ

A dica é velha: evite consumir energia elétrica no horário de pico. Mas está mais a- tual do que nunca. A limitação das usinas e a escassez de água, motor propulsor das hidrelétricas, deixam sempre possível haver um apagão. O Brasil produz, normalmente, 75 mil megawatts de energia elétrica. A quantidade é suficiente para o consumo habitual, mas não para os picos – momentos como o intervalo do futebol, quando milhões de brasileiros abrem a geladeira para pegar uma cerveja, ou às 19h30, quando a maioria liga o chuveiro.

Quando as 158 hidrelétricas não dão conta da demanda, o país é obrigado a acionar as usinas termoelétricas, que usam como combustível gás natural, carvão, xisto ou óleo diesel e lançam muito mais dióxido de carbono na atmosfera. Com todos os tipos de usinas ligados, a capacidade de fornecimento sobe para 100 mil megawatts. Já que é impossível armazenar energia em grande quantidade, qualquer consumo superior a isso obrigaria à construção de mais usinas e linhas de transmissão.

Imagine se os 186 milhões de brasileiros decidissem tomar banho em chuveiros elétricos às 19h30. Como cada chuveiro gasta cerca 1 kWh em 11 minutos de banho, o país precisaria de quase duas vezes mais usinas para não apagar. Para espantar esse risco, basta variar o horário do banho. Se você ligar o chuveiro fora dos horários de pico, como pela manhã, ajuda a diminur a necessidade de construção de mais usinas para atender a um consumo pontual.

5. PAGUE SUAS CONTAS ONLINE

Aqueles papéis bancários que você recebe toda vez que paga suas contas significam mais emissões de poluentes, gás metano nos lixões e água desperdiçada. Essa é a conclusão de um relatório da empresa de consultoria americana Javelin Strategy and Research sobre o que representam os extratos, comprovantes de pagamento e cheques nos EUA. Segundo o estudo, lançado em junho, se todos os americanos abolissem o papel de suas transações bancárias, 2,3 milhões de toneladas de madeira seriam poupadas por ano – ou cerca de 16 milhões de árvores. Ok, consumo de madeira não é ruim para o aquecimento global, já que madeira e papel são pequenos depósitos de moléculas de carbono. O problema é que, para fazer papel, é preciso muita energia e poluição. A produção dos comprovantes nos EUA gasta a energia suficiente para abastecer, durante o ano inteiro, uma cidade do porte de Campinas (SP). Se tanto papel não existisse, a emissão de carbono também diminuiria, no equivalente a 355 mil carros a menos nas estradas americanas. No Brasil, a maior empresa de bobinas do país abasteceu, em 2006, 4 grandes bancos com 6 mil toneladas de papéis para caixas eletrônicos.

6. DESLIGUE O FOGÃO

Em vez de usar sempre o fogão ou o microondas, opte por uma resistência elétrica para aquecer líquidos. Pode ser o popular rabo-quente ou as modernas chaleiras elétricas. Segundo o físico Cláudio Furukawa, da USP, o rabo-quente é o mais eficiente quando a opção é pelo menor uso de energia. Como quase 90% da energia brasileira vem das hidrelétricas, que poluem muito pouco, é melhor para o ambiente usar aparelhos elétricos que movidos a gás, como o fogão. Pensando assim, o microondas levaria vantagem sobre o fogão a gás, pois causaria menos danos ao ambiente. O problema é que ele tem pouco rendimento, pois redireciona parte da eletricidade para o motor que gira o prato, a lâmpada e a ventoinha. “Além disso, as microondas ficam espalhadas por toda a cavidade e não se concentram apenas no alimento. No caso dele, a eficiência de conversão em calor não passa dos 40%”, afirma o físico Cláudio Furukawa.

7. USE A ÁGUA DA LAVADORA DE ROUPAS PARA REGAR O GRAMADO

Em vez de gastar água da torneira para regar as plantas, use a que sai da máquina de lavar. A água dos últimos enxágües da lavadora é muito boa para plantas. “A partir do 2º ciclo, a concentração da maioria dos sais está numa faixa que traz benefícios às plantas, principalmente aos gramados”, afirma Gilberto Kerbauy, professor de botânica do Instituto de Biociências da USP. Gilberto analisou os resultados na tese de doutorado da engenheira civil Simone May, também da USP. Simone quantificou itens como acidez, sais, metais pesados e coliformes para 3 enxágües da máquina, a partir da lavagem de roupas de uma família típica. “O 1º enxágüe é muito sujo, equivalente à água resultante de um banho no chuveiro”, diz ela. A quantidade de coliformes fecais no 1º ciclo era de 44 mil em cada 100 mililitros – em piscinas, por exemplo, acima de 1 mil/ml a água é considerada imprópria. Mas, nos enxágües seguintes, a concentração baixa a níveis normais. “A partir do 2º enxágüe, a água poder ser reaproveitada para regas de plantas ornamentais. Os valores de pH estão na faixa tolerável para a maioria das plantas (7,9 e 7,1)”, diz Kerbauy. “Eventualmente, a concentração de sódio poderia ser prejudicial a algumas espécies. E o uso para regar hortas deve ser evitado.”

8. PREFIRA ALIMENTOS LOCAIS

Comprar alimentos produzidos na região próxima de onde você mora faz bem aos pulmões. O segredo está na redução da distância: com caminhões rodando pouco, há menos poluição. Além disso, o desperdício é muito menor – e as frutas não precisam ser colhidas ainda verdes. De acordo com Celso Moretti, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Brasil desperdiça no trajeto do campo à mesa 14 milhões de toneladas de hortaliças, grãos e frutas por ano. O transporte, que submete frutas a uma temperatura de 42 oC embaixo das lonas, é o maior vilão do desperdício de alimentos.

Alimentos de longe também aumentam o aquecimento global. O pesquisador Márcio Nahuz e sua equipe do Instituto de Pesquisas Tecnológicas fizeram as contas do gás carbônico emitido por um caminhão a diesel (Mercedes 1620, com 231 cavalos) no transporte de melões de Mossoró, no Rio Grande do Norte, até a capital paulista (uma distância de 2 783 quilômetros). Considerando apenas o consumo de combustível, a carga teria custado 1 570,95 quilos de dióxido de carbono a mais na atmosfera. Ou o trabalho de 3 árvores adultas de 16 metros de altura e 0,28 metro de diâmetro no seqüestro de carbono. “O problema é que, para neutralizar as emissões da viagem, esse motorista deveria ter plantado as árvores 20 anos antes”, diz Nahuz. O mesmo problema acontece com maçãs que viajam de Vacaria (RS) até São Paulo, nas mesmas condições de transporte. Emitem 488 quilos de dióxido de carbono nos 865 quilômetros de viagem. Até mesmo a cenoura, facilmente cultivada nos cinturões verdes dos municípios, pode ter alta quilometragem – do pólo de São Gotardo (MG) à capital paulista vão sendo distribuídos nos 655 quilômetros quase 370 quilos de gás causador do efeito estufa. “É muito difícil não ter esse custo ambiental, já que não dá para produzir nas capitais as mesmas frutas de regiões distantes”, diz Nahuz. Uma saída é aproveitar as frutas e verduras da época – que podem ser produzidas tranqüilamente perto das grandes cidades.

10. TOME ÁGUA DA TORNEIRA

Se você viu o filme Uma Verdade Inconveniente, do Prêmio Nobel da Paz Al Gore, sabe que a cor branca dos pólos reflete de 80 a 90% da luz solar. Quando derretem, acabam com o mesmo índice de reflexão do oceano: 8%, em média. Ou seja: quanto mais os pólos derretem, mais eles próprios contribuem para o aquecimento global. Aplicando a mesma teoria, é possível traçar um paralelo para a realidade de sua casa. Já que não dá para trazer a neve para casa, por que não a cor branca? Pintar telhados e paredes de branco pode fazer com que até 90% da luz incidente seja refletida, já que a tinta dessa tonalidade rebate de 50 a 90% dos raios solares. Enquanto isso, a tinta vermelha ou marrom só reflete de 20 a 35% e as cores laranja e cinza ficam na média dos 50 e 30% respectivamente. No mínimo, você ganha em conforto térmico e usa menos ar-condicionado. “O branco refletivo ou o aluminizado refletem 90% da radiação solar. Com as superfícies externas da casa pintadas de branco, menos calor penetra na casa. E a temperatura interna pode variar até 5 oC”, diz Racine Prado, professor de física das construções da USP.

Esqueça a água mineral. A água que sai da torneira da maioria das cidades brasileiras é potável – tratada para que você possa bebê-la numa boa. Gastar dinheiro com água de garrafa é supérfluo e agressivo ao planeta. Além de mais cara, produz milhões de garrafas como lixo e precisa ser transportada em caminhões poluentes. Se não recicladas, as garrafas pet demoram 110 anos para se degradar. Além disso, o processo para transformar resina em garrafas e o transporte até a sua casa consomem combustível e geram poluição. Cada 1 000 garrafas de meio litro de água gastam 600 kWh de energia, liberam 6 quilos de carbono e geram 35 quilos de lixo no planeta. Por isso, várias cidades da Califórnia, nos EUA, estão adotando leis para restringir a água mineral em empresas e escolas. “Do ponto de vista bacteriológico, a água da torneira é segura, não precisa nem ser filtrada”, diz Paulo Olzon, clínico geral da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Quem prefere ter mais segurança e optar pela água mineral, deve evitar embalagens descartáveis.”

Planeta Sustentável


Fonte: http://super.abril.com.br

A História das Coisas – Uma história para crianças

Olá amigos.

Trago para compartilhar com os leitores e amigos deste Blog a História das Coisas, traduzida pela Comunidade de Permacultura no Orkut, o que vai facilitar muito a compreensão dos internautas brasucas.

A História das coisas é um documentário curto e objetivo, que esclarece e lança um novo olhar sobre todas as coisas que consumimos há muitas décadas e a forma como a Mídia e Propaganda invadem nossas mentes nos induzindo a consumir, comprar, comprar, comprar, como símbolo de FELICIDADE.

Nós, adultos de hoje, fomos criados seguindo a lógica capitalista, segundo a qual, vale mais quem mais possui, quem mais pode comprar e ostentar o seu poder de compra. Nessa lógica maluca, não é possível ser feliz se não se pode comprar o carro da marca X ou o creme para cabelos que vai modificar sua vida e fazer com que os homens amem mais você.

Até mesmo as empresas ditas “ecologicamente corretas” criam embalagens recicláveis e refis dizendo que com isso estão colaborando com a sustentabilidade (palavra da moda) mas, basta um olhar mais atento, para percebermos que essas empresas só estão criando mais e mais embalagens, mais produtos baseados em plásticos, papel, alumínio e outros produtos que, ao invés de “economizar” o nosso Meio Ambiente, só estão impactando mais.  Me pergunto porque não existem leis que obriguem de verdade as empresas a recolherem as embalagens que vendem, através da criação de postos de coletas ou da troca pura e simples das embalagens em grandes redes de supermercados. Ficaria mais fácil devolver a embalagem vazia de shampoo, ou o creme hidratande daquela empresa “Bonita e Natural”, quando fóssemos às compras. Mas não é fácil, eu reconheço. Não é fácil.

Deixo o documentário para reflexão e, se possível, peço que divulguem essse vídeo para as crianças também. É delas o futuro do Planeta e se a educação vem de berço, já estamos atrasados nessa gigantesca tarefa de recriar as condições mínimas de sobrevivência no Planeta.

Meus parabéns à Comunidade de Permacultura, no Orkut, que se mobilizou para traduzir para nós! Vocês são DEZ!

Com vocês, para vocês, a História das Coisas:

As Vacas do Cowparade, a Fome de Floresta e o Aquecimento Global

A primeira vez que vi a estátua de uma vaca em pleno Centro do Rio de Janeiro, não sabia nada sobre a tal “Cowparade“, mundialmente famosa e seus objetivos sociais, dos quais, na verdade, só me inteirei há muito pouco tempo.  Como a estátua estava devorando um prato de spaguete em frente ao Spoleto,  associei de imediato ao aquecimento global e pensei, do alto da minha ignorância: “devem estar fazendo uma propaganda para estimular o consumo de massas ao invés de carne, por causa do aquecimento global. Que legal!”… tsc, tsc, tsc.   Não era nada disso.  Dias depois eu vi outra vaca, no Largo da Carioca e aí percebi que não tinha nada a ver com a preocupação ambiental. Era alguma exposição, eu vira na TV, tomei profunda antipatia e esqueci o assunto. Aliás, mentira. Não esqueci. Sempre que eu passava por uma dessas vacas, ficava tentada a desenhar um Planeta derretendo. Aí ouvi dizer que estavam pichando as vacas e roubando os acessórios, achei melhor esquecer de verdade o assunto, porque poderia acabar presa por depredar patrimônio “cultural” da cidade. E ainda ia ter que dar conta das panelas e chapéus, sem saber de nenhum desses acessórios. Me contentei em desprezar as vacas e seguir meu caminho. Dia 8 deste mês eu li que as “mudanças no clima eram o maior motivo de retirada das vacas da áreas da cidade.” O excesso de sol, vento e chuva (choveu no Rio, em novembro, como não chovia há meses) vinha danificando as peças expostas, obrigando a uma rotatividade e manutenção maiores do que seria esperado. Bem, as vacas foram pro brejo e eu acabei descobrindo que essa exposição acontece anualmente (é a primeira vez no Rio de Janeiro), já tendo sido expostas em São Paulo e em Belo Horizonte, assim como em grandes capitais mundiais e o objetivo, além de divertir e inovar, tem sempre um cunho social.  Menos mal, pensei. Mas, ainda assim, apesar de gostar muito das vaquinhas enquanto animais, com sua passividade ruminante, e dos nomezinhos engraçados que eles criaram, quase sempre fazendo um trocadilho com a palavra cow (vaca, em inglês),  que é bom que se observe, nada tem a ver com o nosso idioma,  em tempos de aquecimento global e reflexão obrigatória sobre o consumo de carne, a cowparade poderia ter sido de alerta para os efeitos dos gases de efeito estufa. Uma das vacas me chamou a atenção e espero que tenha causado a mesma impressão em mais pessoas. Essa aqui,  batizada pelos criadores de “Fome de Floresta”.

Fome de Floresta

Fome de Florestas  – Artistas: Mana e Pedro Bernardes

exposta na Avenida Armando Lombardi, na Barra da Tijuca. Eu não tenho certeza mas espero que o objetivo desses artistas tenha sido alertar para a devastação das florestas causada pela criação de gado. Se foi esse o objetivo, parabéns aos criadores da única escultura criativa da exposição.  As vacas permanecerão expostas até o dia 26 e depois serão leiloadas e a renda arrecadada será entregue a uma organização social. Seria muito infeliz sugerir que os próximos eventos tivessem outros animais em exposição? Quem sabe um urso polar ou outras espécies, ameaçadas de extinção, por causa do Aquecimento Global.

Quem quiser conferir a exposição das vaquinhas, visite o link: http://rio.cowparade.com/cow/gallery  e divirta-se, antes que a vaca vá para o brejo, de vez.

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Ainda sobre vacas …  =]

Campanha de ex-mulher de McCartney liga carne a efeito estufa

Nada contra a ex de Paul, Heather Mills. O assunto importante é que ela, à frente da Organização Não-Governamental Viva!, lançou esta semana a campanha HOT, numa tentativa de convencer mais pessoas a deixarem de comer carne.

A campanha é baseada em estatísticas publicadas em um relatório da agência de Alimentação e Agricultura da ONU e em um estudo da própria ONG Viva!.

Efeito estufa

De acordo com os estudos, a criação de gado para corte e laticínios é a segunda atividade que mais emite gases do efeito estufa, atingindo 18% do total.

A propaganda compara este número com as emissões combinadas de todos os meios de transporte, que ficariam em 13,5% do total.

“Essas atividades são a maior causa de extinção de florestas e de desmatamento de florestas: 70% da Amazônia desmatada é usada como pastagem e os outros 30% para o cultivo de forragem para animais”, diz a campanha da Viva!

Nas palavras de Heather Mills, a criação de animais para abate e laticínios “é hoje uma das maiores ameaças ao nosso planeta”.

Num dos cartazes, a modelo aparece em cima de terra desertificada com a frase “Hey Meaty! You’re making me so hot!” (ei, carnívoro, você está me deixando tão quente!, em tradução livre).

A bem humorada Heather Mills, que não tem uma perna, ainda brinca em outro cartaz, com a frase: “You haven’t got a leg to stand on!” (você não tem uma perna para te sustentar, em tradução livre), que é endereçado a organizações e pessoas que se dizem ambientalistas mas continuam consumindo carne.

 

 Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/


 

Globalização… Para alguns

Bangladesh

Países menos desenvolvidos não se beneficiam da globalização

 Esta semana estou triste.  O Ciclone que arrasou Bangladesh, com ventos de até 250 Km/h, me fez refletir sobre um texto que li, há algum tempo, que fala sobre os “Condenados ou Malditos da Terra”, numa referência aos Países mais pobres do Mundo, uma espécie de lista em que é preciso mergulhar fundo na miséria para ingressar nela.  Num mundo globalizado, que corre contra o tempo, tentando prever e deter as mudanças climáticas, que vão afetar de alguma forma a vida de bilhões de pessoas, em todos os continentes, eu hoje me pergunto: É possível indignar-se, tanto e tão definitivamente, com a repetição dessas tragédias anunciadas, a ponto de exigir-se dos países ricos que protejam esses povos, muito depois que os interesses comerciais ali havidos já estarem extintos?  (leia-se colonização e exploração extrativista).

Bangladesh é um País entre rios. Nascido no delta dos rios Ganges e Brahmaputra, depois de anos de colonização inglesa e instabilidades, na partilha política que deu origem ao Bangladesh, os monumentos ficaram na Índia, à exceção de um punhado, espalhado pelo Paquistão. O grande porto de Calcutá, que facilitaria a exportação das poucas produções nacionais – juta, couros e chá – ficou do lado indiano. A língua e, sobretudo, a política e o muro silencioso da religião, com hindus de um lado e muçulmanos do outro, acabaram por dividir muito mais do que fatores geográficos como rios ou cadeias de montanhas. O que sobrou em Bangladesh? Eu diria que sobrou gente.  Um dos países mais populosos do mundo, com mais de 1000 pessoas por km² – é impossível trafegar por mais de 300 metros sem encontrar uma aglomeração de pessoas –  Estima-se 130 milhões de habitantes, podendo ser 150 milhões. Uma população quase igual à do nosso País, no espaço de 144.000 Km². Para se ter idéia, caberiam aproximadamente 59 Bangladesh’s dentro do Brasil.

“Enquanto alguns países se integram e prosperam, outros ficam mais marginalizados e isolados”, alertou a diretora do escritório da ONU para os países menos desenvolvidos, os países em desenvolvimento sem litoral e os pequenos Estados insulares em desenvolvimento, Harriet Schmidt.   

Esta é a triste realidade dos Países Menos Desenvolvidos. “Enquanto a globalização permitiu, nos últimos 30 anos, ampliar o comércio, aumentar o rendimento econômico e criar uma riqueza global sem igual, os LDC não conseguiram se beneficiar dela”  De acordo com critérios estabelecidos pela ONU, 50 países figuram na categoria de LDC – Least Developed Countries –  países menos desenvolvidos –  25 a mais do que em 1971.  A maioria está na África, mas também constam do relatório nações de Ásia, Oceania e Caribe (apenas o Haiti). A lista inclui Afeganistão, Bangladesh, Eritréia, Etiópia, Gâmbia, Sudão e Mauritânia. Estes países concentram 12% da população mundial e menos de 2% do investimento global direto – a maioria nos setores de hidrocarbonetos e mineração. A situação é ainda mais alarmante no âmbito comercial. A participação dos LDC nas exportações mundiais caiu de 3%, nos anos 50, para 0,7%, na presente década, enquanto que em matéria agrícola essa redução foi de 3,3% para 1,5%, entre os anos 70 e 90.  

Fatores “domésticos” são apontados como responsáveis por impedir que os LDC tirem proveito da globalização, entre eles o analfabetismo, a deficiência ou falta de infra-estrutura, explosão urbana e a desertificação.  

O ex-presidente tanzaniano Benjamin Mkapa acredita que a globalização, regida por instituições fundadas pelos vencedores da Segunda Guerra Mundial, teve como objeto e resultado “reforçar a dominação econômica e geopolítica do Norte e preservar seus interesses“. “Eu fiquei menos convencido de que a comunidade internacional, em particular o mundo rico industrializado, seja séria e decidida a cumprir suas promessas (…) de apoiar o desenvolvimento das populações mais pobres da humanidade”, criticou. Sua constatação encontra eco nas declarações do turco Kemal Dervis, à frente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). “Os avanços foram muito fracos, se não nulos”, avaliou. “É frustrante ver aqueles que exaltam o livre-comércio e o mercado liberal tomarem, às vezes, as medidas mais radicalmente protecionistas que bloqueiam completamente todas as oportunidades para os países em desenvolvimento”. De acordo com a presidente da Assembléia-Geral da ONU, Sheikha Haya Rashed Al Khalifa, em referência aos Objetivos do Milênio estabelecidos pelas Nações Unidas em 2000 para combater a fome e a pobreza e àqueles fixados para estes países para o decênio 2001-2010, “os LDCs têm poucas chances de atingir nas datas previstas seus objetivos de desenvolvimento internacional”.

A lista dos países menos desenvolvidos, com menores chances de desenvolvimento, são, em sua maioria, aqueles mesmos países espoliados no passado por colonizadores, hoje chamados, Países desenvolvidos.   

Alguém tem alguma idéia sobre  quem deve ajudar os LDCs à sobreviver, além das migalhas atiradas por eficientes helicópteros, em ajuda “humanitária”?   

Minhas preces e indignação por Bangladesh e mais 49 LDCs, cujo destino parece ser o sofrimento, enquanto o nosso parece ser a indiferença.

 familia.jpgCláudia Costa

Brasil desperdiça 45% da água captada

AFRA BALAZINA
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
da Folha de S.Paulo

De toda a água que se retira de mananciais para abastecer as capitais brasileiras, quase a metade (45%) se perde antes de chegar às casas e atender a população. A principal causa são os vazamentos na rede.

Porto Velho tem a pior situação entre as capitais em termos percentuais –78,8%– e o Rio de Janeiro tem a maior perda se for levado em conta o volume total jogado fora –o equivalente a 618 piscinas olímpicas.

Em São Paulo, a perda é menor do que a média das capitais e fica em 30,8% –em 2001, a estimativa era de 33,5%. Mesmo assim, o extravio ainda é muito superior ao considerado aceitável por especialistas –entre 15% e 20%. O Japão, por exemplo, tem perda de apenas 4%.

O problema não é novo. Em 2002, o Ministério das Cidades estimava a perda nacional de água em 40%. Desde então, a situação piorou.

Para chegar à quantidade de água perdida na rede, a conta é a seguinte: faz-se a subtração entre o que é retirado dos mananciais (a medição acontece nas Estações de Tratamento de Água) e o que é consumido pela população. Por isso, acaba sendo computado como perda, além de vazamentos, os erros de medição, as fraudes nos hidrômetros e as ligações clandestinas de água.

Segundo a Sabesp, por exemplo, os vazamentos são responsáveis por 65% do total perdido na capital paulista.

Esses e outros dados sobre abastecimento e consumo de água serão apresentados pelo ISA (Instituto Socioambiental) na próxima quarta-feira, no evento de lançamento da campanha “De Olho nos Mananciais”, apoiada pela modelo Gisele Bündchen. A top model cedeu sua imagem para a divulgação da iniciativa.

As informações foram obtidas no Snis (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento), do Ministério das Cidades, e têm como referência o ano de 2004. Os dados de São Paulo foram atualizados pela Sabesp e são de 2007.

Segundo Marussia Whately, coordenadora do Programa Mananciais do ISA, para alterar o quadro atual é necessário combate intenso aos vazamentos. “O atendimento rápido é muito importante. É preciso ter um sistema eficaz de monitoramento para notar os problemas e resolvê-los.”

A instituição ressalta que a participação da população é essencial: as pessoas devem avisar as empresas sobre os vazamentos e cobrar o reparo.

Para José Aurélio Boranga, presidente da Abes (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental), é imprescindível investir em tecnologia e trocar a tubulação antiga.

De acordo com ele, as maiores perdas ocorrem nos ramais –pontos em que a água deixa a rede da rua e segue para as casas. “Fazer conserto em ramal é perder dinheiro. Quando há vazamento, precisa trocar.”

Segundo as associações brasileiras de empresas estaduais (Aesbe) e de concessionárias (Abcon) de saneamento básico, seriam aceitáveis índices de perdas sempre abaixo de 20%, o que é raro no Brasil.

O superintendente-executivo da Aesbe, Walder Suriani, aponta o déficit tecnológico na estrutura do sistema e dos materiais empregados nas tubulações de água. “O material empregado no Brasil é frágil. Usamos tubos de 100 m com juntas a cada seis metros [o que permite mais vazamentos]”, diz.

O presidente da Abcon, Fernando Mangabeira, afirma que os resultados demoram a aparecer. A empresa que ele dirige, a Águas de Limeira, do interior de SP, levou sete anos para fazer caírem as perdas de 45% para 18%. “Não pode parar de investir, é preciso manter essa estratégia sempre.”

Fechando a torneira

Saiba como economizar água:

Banho

Feche a torneira ao se ensaboar. Uma ducha aberta durante 15 minutos consome 135 litros; no mesmo período, um chuveiro elétrico consome 45 litros. Se o uso foi reduzido para cinco minutos, o consumo cai para 45 litros, no caso da ducha, e para 15 litros, no caso do chuveiro elétrico.

Escovar os dentes

Molhe a escova e feche a torneira enquanto escova os dentes e enxágüe a boca com um copo de água. Cinco minutos com a torneira aberta gastam 12 litros.

Lavar o rosto

Não demore. Um minuto com a torneira meio aberta gasta 2,5 litros.

Barbear

Cinco minutos gastam 12 litros. Fechando a torneira, o consumo cai para dois ou três litros.

Vaso sanitário

Seis segundos de acionamento gastam de 10 a 14 litros. Bacias sanitárias fabricadas a partir de 2001 necessitam de menos tempo para a limpeza e consomem seis litros por descarga. Quando a válvula está defeituosa, o gasto pode chegar a 30 litros. Mantenha a válvula da descarga regulada e conserte vazamentos assim que forem notados. Não use a privada como lixeira ou cinzeiro e nunca acione a descarga à toa.

Lavar a louça

Primeiro, limpe os restos de comida dos pratos e panelas com esponja e sabão e, só aí, abra a torneira para molhá-los. Ensaboe tudo que tem que ser lavado e, então, abra a torneira para novo enxágüe. Lavando louça com a torneira meio aberta por 15 minutos são utilizados 117 litros. Com economia, o consumo chega a 20 litros. Uma lavadora de louça com capacidade para 44 utensílios e 40 talheres gasta 40 litros –utilize-a somente quando estiver cheia.

Lavar a roupa

A lavadora de roupas com capacidade de cinco quilos gasta 135 litros. O ideal é usá-la somente com capacidade total. No tanque, a torneira aberta por 15 minutos gasta até 279 litros. Deixar acumular a roupa e coloque água no tanque para ensaboar, mantendo a torneira fechada. Aproveite a água do enxágüe para lavar o quintal.

Jardim

Molhar as plantas por 10 minutos pode consumir 186 litros. Use um regador em vez de utilizar a mangueira. No verão, regue pela manhã ou à noite, o que reduz a perda por evaporação. No inverno, regue um dia sim, um dia não, pela manhã. Com uma mangueira com esguicho-revólver, a economia chega a 96 litros por dia.

Piscina

Uma piscina de tamanho médio exposta ao sol e ao vento perde aproximadamente 3.785 litros por mês por evaporação –suficientes para suprir as necessidades de água potável de uma família de quatro pessoas por cerca de um ano e meio (considerando o consumo médio de dois litros por habitante por dia). Com uma cobertura plástica, a perda é reduzida em 90%.

Calçada

Use a vassoura, e não a mangueira, para limpar a calçada e o pátio de casa. Se houver sujeira localizada, use um pano umedecido com água de enxágüe da roupa ou da louça. Com mangueira, em 15 minutos, são perdidos 279 litros de água.

Carro

Use um balde e um pano para lavar o carro em vez de uma mangueira. Se possível, não o lave durante a estiagem. Muita gente gasta até 30 minutos lavando o carro. Com uma mangueira não muito aberta, gastam-se 216 litros de água. Com meia volta de abertura, o desperdício alcança 560 litros. Para reduzi-lo, lave o carro somente uma vez por mês e usando um balde –nesse caso, o consumo é de apenas 40 litros.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u346251.shtml

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